Só uma imensa vontade de partilha, para que a todos tudo chegue, me move...tudo o que seja pensado acima desta "fasquia" medida por uma fraqueza humana (EU mesmo) mas confiante na Providência Divina, são meras suposições humanas que eu declino em amor e verdade perante Aquele que "sonda os corações e conhece os pensamentos mais escondidos."


"Sobre os teu muros Jerusalém colocarei sentinelas que dia e noite anunciarão o NOME do SENHOR."


Não faz o obreiro mais do que lhe é devido.


Discípulo do Mestre Jesus Cristo

Servidor do Pai Criador em espírito e verdade

Porque assim quer o PAI que O sirvam

e Adorem

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Páscoa - significados


Um dia, (seguramente que eu sonhava), O Senhor teve esta conversa comigo...
Mas como Me vês,? Quem sou Eu para ti, afinal?
SENHOR JESUS, Tu Ès DEUS...
Não,... tu não percebes,...  Isso já todos sabemos...a Minha Missão...
Por Alguns Me verem Só assim é que não Me conhecem...Não se conseguem aproximar.
EU fiz-Me homem, como tu, menos no Pecado, para tu me veres como irmão
E tu agora és homem.
Vence o mundo como eu venci...como homem.
Depois EU SOU O TEU DEUS em ESPÍRITO...
A título de introdução, duas coisas; a primeira, sempre que me refiro a Religião, quero dizer mesmo Religião… Re-ligar ao Natural, ao Supremo… e, quando refiro Igreja quero dar-lhe a definição segundo a Bíblia… No contexto bíblico, o termo igreja pode designar reunião de pessoas, sem estar necessariamente associado a uma edificação ou a uma doutrina específica. Etimologicamente a palavra grega ekklesia é composta de dois radicais gregos: ek que significa para fora e klesia que significa chamados. No texto bíblico, no "Novo Testamento", a palavra Igreja aparece por diversas vezes, sendo utilizada como referência a um agrupamento de pessoas (neste caso cristãos) e não a edificações ou templos, nem mesmo a toda comunidade cristã em alguns momentos.
A minha “Igreja” que é de Cristo Jesus não é de ninguém, nem está fechada a ninguém nem sequer impõem nada mais do que o Mestre tenha dito: Amai-vos uns aos outros como eu vos amei... e também disse: Virá a hora em que não adorareis Deus nem neste monte, nem no templo mas O adorarás em toda a parte. Em Espírito e Verdade porque o Pai é Espírito e Verdade.
(Jo 4,23-27 Mas a hora vem, e é agora, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade. A mulher disse-lhe: Eu sei que o Messias (que se chama Cristo) vem; quando ele vier, nos anunciará tudo. Jesus disse-lhe: Eu O sou, Eu que falo contigo.)
O que pretendo é só dizer que creio no Cristo que se anunciou como Filho de Deus e que  quando estava a ser interrogado e não se defendia… só houve uma pergunta a que Ele não pôde deixar de responder aos Judeus no Sinédrio: És tu o, o Messias, o Filho do Deus Vivo? ao que Ele respondeu: Eu O Sou. E noutro lado Ele também disse:”…se assim não fosse Eu vos teria dito.” O resto é conversa de homens e isso me basta.
E para falar na Páscoa porque não pegar nesta vontade expressa de Jesus?
“Tenho desejado ardentemente comer esta Páscoa convosco…”

Para abordarmos a espiritualidade inerente a esta frase, não poderemos obviamente deixar de citar a sua origem e vínculo com o povo, para quem, a princípio, Deus fez surgir a Páscoa: o povo judeu, e que Deus fê-la estender-se a todo género humano que n’Ele crer.
O aprofundamento bíblico mais actualizado dos nossos dias veio confirmar, como marco inicial das suas comemorações para os judeus, a data incerta da saída do povo hebreu do Egipto quando a festa realmente passa a ser instituída (cf Ex 12). É certo que alguns estudiosos venham a mencionar a possibilidade de conhecimento da Páscoa para o povo judeu, anterior à institucionalização, sendo justamente a festa que Moisés pedira ao faraó para celebrar com o seu povo no deserto e que lhe fora negado. Ressaltamos que o pedido é feito por Moisés e Aarão, mas é o próprio Deus quem fala (cf. Ex 5,1).
Até então fiz questão de não mencionarmos o que significa a palavra "Páscoa", para que, ficando clara a sua origem no seio do povo hebreu, pudéssemos compreender melhor o que o termo nos quer dizer. Primeiro porque a significado do termo na língua que lhe dá origem, o hebraico, é incerto. No seu uso tanto podemos designar a festa, como também a refeição, momento da festa, como também o próprio cordeiro, imolado na ocasião; embora este último uso do termo seja mais difundido entre o povo judeu, os três são válidos. Na maioria das vezes ouvimos apenas ser mencionadas definições como "passagem", que mesmo tendo algum sentido, não dá o realce necessário especial Àquele que possui a máxima importância no termo "Páscoa", o próprio Deus-YHVH É Ele que impele o Seu povo a fazer a passagem da escravidão para a liberdade. O povo não vai só, Deus vai à sua frente. O povo não faz a sua passagem - é Deus quem faz a passagem do povo da escravidão para a liberdade. Não queremos, em hipótese nenhuma, com esta afirmação dizer que Deus fizera tudo sozinho, pelo contrário, dizemos que Deus fizera do Seu povo co-participante e co-responsável também da libertação obtida. O Senhor, em nenhuma ocasião, transforma o Seu povo em meros actores passivos de algo que Ele queira realizar. Pede-nos sempre a colaboração.
É necessário reter-mos aqui o ritual da Páscoa, pois assim melhor entenderemos o que o Senhor Jesus fez na Última Ceia e qual a significado desta ceia acontecer antecipadamente ao dia da Páscoa.
O banquete de Páscoa é o centro da festa em que um cordeiro de um ano, não trazendo em si nenhuma mancha, é comido. O que não fosse comido do cordeiro deveria ser queimado antes de o sol nascer. Isso faz com que entendamos que a festa vem a realizar-se à noite e como tal o cordeiro deveria ser assado inteiro para ser servido. A postura de todos os que participavam do ritual também deveria ser específica para a ocasião: todos deveriam comer a Páscoa (o cordeiro) vestidos para viajar, e de pé. Os que não tinham ainda sido circuncidados não poderiam comer a Páscoa (cf Ex 12,43-49).
A temática principal da festa de Páscoa é o reconhecimento da mão do Senhor como aquela que os liberta da escravidão: o saber que somente Deus, escutando os clamores do povo, desce para libertá-lo.
A liberdade obtida pelo povo de Deus não é valorizada posteriormente por esse mesmo povo, porque pensava ele que apenas era necessária uma libertação material, física: o faraó deixará de ser aquele que tem o domínio sobre nós - pensava talvez o povo - agora seremos nós próprios a nos conduzir. E foi isso que fizeram: caíram numa escravidão ainda maior, a escravidão de si próprios. Deus os queria livres integralmente, mas as sucessivas idolatrias que o povo cometera ao longo do caminho diziam o contrário. O autor sagrado mostra nitidamente as infidelidades do povo e a fidelidade paciente de Deus, que ouve as súplicas de intercessão de Moisés em favor deles, que eram o povo infiel.
Agora lembramos de maneira marcante a figura de Jesus que ceia com os apóstolos…, antecipando a Páscoa com eles, porque a partir d’Ele, Jesus, a Páscoa seria agora entendida de maneira diferente na vida daqueles que estiveram com Ele, os que acreditaram e viessem a acreditar n’Ele. O próprio Jesus é o cordeiro Oblativo agora. O sacrifício de animais deixa de ser necessário, pois o próprio Filho se oferece ao Pai, para que assim, pagando o preço do nosso resgate pelo precioso sangue que derramara no madeiro, pudéssemos realmente ter "acesso ao coração do Pai".
O vislumbrar do Senhor Jesus na cruz é de essencial importância para os cristãos, como também importante é a manutenção do vínculo entre a morte e a ressurreição de Jesus. É essa a pregação da Igreja primitiva a ecoar na evangelização de hoje: Jesus morto e ressuscitado; pois se não tivesse ressuscitado, nada de novo teria feito, uma vez que o sacrifício deveria continuar a ser repetido várias vezes de uma maneira cruenta, isto é, com o derramamento de sangue, pela necessidade de simbolismos inerente ao humano. Jesus vem fazer a libertação do interior do homem, do mesmo interior que o homem deixara escravizar por si mesmo ao longo da história.(Com Adão e o pecado, com a Idolatria, etc. Sentidos figurativos e simbólicos) Jesus também transcende à terra, isto é, Ele faz o povo compreender, com a Sua morte e Ressurreição, que a terra prometida por Deus não é aqui, mas começa aqui. O sofrimento que Jesus padece não é masoquismo da sua parte, mas uma entrega total, incondicional, consciente e amorosa de si a Deus, seguindo a cadeia de acontecimentos provocados pela ignorância humana acerca daquele Homem, por nós, enfrentando todas as dificuldades e consequências dessa oblação (entrega/Oferenda).

Excerto de uma catequese para adolescentes(2004/2005)
Fontes Bíblia ,C.I.C., Net

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Conversas Contigo VII - A Fundação do Universo


A fundação do universo é material, no sentido em que a energia é a base de toda a existência; e a energia pura é controlada pelo Pai Universal. A força, a energia, é a coisa que permanece como um monumento perpétuo, demonstrando e provando a existência e a presença do Absoluto Universal. Essa imensa corrente de energia, que provém das Presenças do Paraíso, nunca faltou,
nunca falhou; nunca houve nenhuma interrupção na sustentação infinita.
A manipulação da energia do universo dá-se sempre de acordo com a vontade pessoal e com os mandatos plenamente sábios do Pai Universal. Esse controle pessoal do poder manifestado, e da energia circulante, é modificado pelos actos coordenados e pelas decisões do Filho Eterno, bem como pelos propósitos unidos do Filho e do Pai, executados pelo Agente Conjunto (Espiríto Santo ou Infinito). Esses seres divinos actuam pessoalmente, e como indivíduos.; e, funcionam, também, na pessoa e nos poderes de um número quase ilimitado de “subordinados”, cada um diferentemente expressivo do propósito eterno e divino no Universo. Mas essas modificações, ou transmutações funcionais
e provisionais do poder divino, de nenhum modo reduzem a verdade da afirmação de que toda a energia-força está sob o controle último de um Deus pessoal, residente no centro de todas as coisas.
A base do universo é material, mas a essência da vida é espírito. O Pai dos espíritos é também o ancestral dos universos; o Pai eterno do Filho Original é também a fonte-eternidade do modelo original, a Ilha do Paraíso.
A matéria ou a energia, pois ambas não são senão manifestações diversas da mesma realidade cósmica, como fenômenos no universo é inerente ao Pai Universal. Nele consistem todas as coisas.A matéria pode surgir para manifestar a energia inerente e para exibir os poderes autocontidos, mas as linhas da gravidade envolvidas nas energias ligadas a todos esses fenômenos
físicos derivam-se e dependem do Pai. O ultímatom, a primeira forma mensurável de energia, tem o Paraíso como o seu núcleo.
Há, inata na matéria e presente no espaço universal, uma forma de energia não conhecida na Terra. Quando essa descoberta for finalmente feita, então os físicos irão sentir que terão solucionado, ou pelo menos quase, os mistérios da matéria. E assim terão dado mais um passo no sentido de se aproximar do Criador; e dominado mais uma fase da técnica divina; mas de modo
nenhum eles terão encontrado Deus, nem terão desvendado o conhecimento da existência da matéria, nem a operação das leis naturais, separadamente da técnica cósmica do Paraíso, nem o propósito motivador do Pai Universal.
Depois de um progresso ainda maior e de novas descobertas, depois que a Humanidade houver avançado incomensuravelmente em relação aos conhecimentos actuais e, ainda que vós pudésseis alcançar o controle das rotações energéticas das unidades elétricas da matéria, a ponto de conseguir
modificar as suas manifestações físicas mesmo depois de todo esse progresso possível, os cientistas permanecerão, indefinidamente, impotentes para criar sequer um átomo de matéria, ou gerar um raio de energia e, menos ainda, para outorgar à matéria aquilo a que chamamos de vida.
A criação da energia e a dádiva da vida são prerrogativas do Pai Universal e das personalidades Criadoras, coligadas a Ele. O rio da energia e da vida é uma efusão contínua vinda das Deidades, uma corrente universal e unida de força do Paraíso, irradiando-se por todo o espaço. Essa energia divina penetra toda a criação. A energia provém do Paraíso, formada segundo a ordem divina. A energia a energia pura compartilha da natureza da organização divina; é formada segundo a semelhança dos três Deuses (Trindade) abraçados num só. É uma manifestação da Causa não causada o Pai Universal ; e, sem o Pai, nada do que existe existiria.
A força derivada da Deidade, existente em Si, é, por si própria, eternamente existente. A energiaforça é imperecível, indestrutível; essas manifestações do Infinito podem estar sujeitas à transmutação ilimitada, à transformação sem fim e à metamorfose eterna; mas em nenhum sentido ou grau, nem mesmo na menor proporção imaginável, poderiam ou deveriam elas sofrer extinção. Mas a energia, ainda que emergindo do Infinito, não se manifesta de forma infinita; há
limites externos para o universo-mestre, como ele é atualmente concebido.
A energia é eterna, mas não infinita; e responde sempre à gravidade todo-abrangente da Infinitude. A força e a energia continuam eternamente; uma vez que tenham saído do Paraíso, devem voltar para lá, ainda que idades e mais idades sejam necessárias para completar o circuito ordenado. Aquilo que tem a sua origem na Deidade do Paraíso só pode ter como destino o Paraíso, ou alguma Deidade. (da Trindade)
E tudo isso confirma a nossa crença num universo circular, um pouco limitado, mas ordenado e imenso. Não fora isso verdade, então a evidência do esgotamento da energia nalgum ponto, mais cedo ou mais tarde, iria aparecer. Todas as leis, as organizações, a administração e o testemunho dos exploradores do universo tudo aponta para a existência de um Deus infinito e, ainda assim, para um universo finito, de uma circularidade de existência sem fim, quase sem limites, todavia finito, em contraste com a infinitude.

 PeHeLa guardião da religião, moral, e teologia Divina te Saúdo na Paz e na Luz Daquele que tudo realiza e te digo... A Paz do Eterno vos envolva  
 
(como pedido assim é feito) 
Bem hajam na luz e com a Luz 
P.S. todos os post's que têm por titulo "Conversas Contigo" ou "Conversas no Silêncio" são por mim formatados e inseridos. Esta é a parte que me cabe em reconhecimento de Autoria.