Só uma imensa vontade de partilha, para que a todos tudo chegue, me move...tudo o que seja pensado acima desta "fasquia" medida por uma fraqueza humana (EU mesmo) mas confiante na Providência Divina, são meras suposições humanas que eu declino em amor e verdade perante Aquele que "sonda os corações e conhece os pensamentos mais escondidos."


"Sobre os teu muros Jerusalém colocarei sentinelas que dia e noite anunciarão o NOME do SENHOR."


Não faz o obreiro mais do que lhe é devido.


Discípulo do Mestre Jesus Cristo

Servidor do Pai Criador em espírito e verdade

Porque assim quer o PAI que O sirvam

e Adorem

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sábado, 4 de dezembro de 2010

Os Essénios e Cristo


Muitos talvez não saibam… Mas os Essênios  eram originários do Egito e durante a dominação do Império Selêucida, em 170 a.C, formaram um pequeno grupo de judeus, que abandonou as cidades e rumou para o deserto, passando a viver às margens do Mar Morto e outros locais, na Palestina e no Egito.

A Doutrina do Deserto

Eles respeitavam a vida acima de tudo, escreveram os mais antigos textos bíblicos e influenciaram o cristianismo. Com vocês, os essênios.

Por Rafael Kenski e Duda Teixeira

Em 1923, o húngaro Edmond Szekely obteve permissão para pesquisar os arquivos secretos do Vaticano. Estava à procura de livros que teriam influenciado São Francisco de Assis. Curioso e encantado vagou pelos mais de 40 quilômetros de estantes com pergaminhos e papiros milenares. Viu evangelhos nunca publicados e manuscritos originais de muitos santos e apóstolos, condenados a permanecer escondidos para sempre. De todas essas raridades, uma obra em especial lhe chamou a atenção. Era o Evangelho Essênio da Paz. O livro teria sido escrito pelo apóstolo João e narrava passagens desconhecidas da vida de Jesus Cristo, apresentado ali como o principal líder de uma seita judaica até então pouco comentada – Os Essênios. Szekely não perdeu tempo. Traduziu o texto publicou-o em quatro volumes. Sentindo-se traída pelo pesquisador, a Igreja o excomungou.
Não foi uma punição tão grave. Considere o que aconteceu com o reverendo inglês Gideon Ouseley. Em 1880, ele achou um manuscrito chamado O Evangelho dos Doze Santos em um monastério budista na índia. O texto em aramaico – a língua que Jesus falava – teria sido levado para o Oriente por essênios refugiados.

Manuscrito achado no Vaticano afirma que Jesus era essênio e vegetariano
Ouseley ficou eufórico e saiu espalhando que tinha descoberto o verdadeiro Novo Testamento. Afirmava que a Bíblia estava incorreta, pois Cristo era um essênio que defendia a reencarnação e o vegetarianismo. Se hoje essa tese soa estranha, dizer isso na Inglaterra vitoriana do século XIX era blasfêmia da pior espécie. Resultado: os conservadores atearam fogo na casa de Ouseley e o original foi destruído.
O mistério que envolve esses dois textos e o tom místico que os descobridores deram aos seus achados acabaram manchando seu crédito diante dos historiadores. Além do mais, teorias exóticas sobre Jesus é o que não falta. Em 1970, o pesquisador inglês John Allegro, que já havia estudado os essênios, tentou provar que Jesus nunca havia existido e que teria sido uma alucinação coletiva causada pela ingestão de cogumelos. Por motivos óbvios, essa teoria não foi muito bem aceite pelos seus colegas cientistas. Segundo eles, Allegro entendia mais de cogumelos do que de Cristo.
Para os historiadores, os essênios seriam até hoje uma nota de rodapé na História se, em 1947, dois pastores beduínos não tivessem por acidente levado a uma das maiores descobertas arqueológicas do século. Escondidos em cavernas próximas ao Mar Morto, em Israel, 813 manuscritos redigidos pelos essênios a partir de 225 a.C.

O ano 68 da nossa era guardava as mais antigas cópias do Antigo Testamento, calendários e textos da Bíblia. Perto das cavernas, em Qumran, estavam as ruínas de um monastério essênio e um cemitério com cerca de 1200 esqueletos, quase todos masculinos.

O surgimento da doutrina essênia aconteceu em tempos conturbados. Os judeus viveram sob dominação de diversos povos estrangeiros desde 587 a.C., quando Jerusalém foi devastada pelos babilônios, habitantes da atual região do Iraque. Por volta do século II a.C., o domínio era exercido pelos selêucidas, um povo grego que habitava a Síria. A cultura helenista proliferava e a tradição hebraica sofria fortes ameaças. Para recuperar o judaísmo, os israelitas acreditavam na vinda do Messias que chegaria ao final dos tempos para exterminar os infiéis e salvar os seguidores da Bíblia.

Eles possuíam pomares e hortos irrigados pela água da chuva, que era recolhida em enormes cisternas e servia como bebida. Além dela, as bebidas essênias se resumiam ao suco de frutas’ e “vinho novo”, um extrato de uva levemente fermentado. No shabbath, os sectários deveriam passar o dia inteiro em jejum.


retirado de:  www.pentaculosmagicos.com.br
Em abril de 1947, no vale de Khirbet Qumran, junto às encostas do Mar Morto, Juma Muhamed, pastor beduíno da região, recolhia seu rebanho quando ao seguir atrás de uma cabrita desgarrada percebeu que havia uma extensa fenda entre duas rochas.Curioso, atirou uma pedra e ouviu o ruído de um vaso se quebrando. No vaso, encontrou pergaminhos.

Este momento caracterizou-se como um marco para o mundo arqueológico: A Descoberta dos Manuscritos do Mar Morto.

Desde então, a tradução e divulgação do seu conteúdo têm atraído a atenção mundial, e uma grande expectativa tem se instaurado quanto a possíveis segredos ainda não revelados.

O nome Essênios deriva da palavra egípcia Kashai, que significa “secreto”. Na língua grega, o termo utilizado é “therepeutes”, originário da palavra Síria “asaya”, que significa médico.

A organização nasceu no Egito nos anos que precedem o Faraó Akhenathon, o grande fundador da primeira religião monoteísta, sendo difundida em diferentes partes do mundo, inclusive em Qumran. Nos escritos dos Rosacruzes, os Essênios são considerados como uma ramificação da “Grande Fraternidade Branca”.

Segundo estudiosos,  foi nesse meio onde esteve Jesus no período entre seus 13 e 30 anos. Alguns estudiosos também acreditam que a Igreja Católica procura manter silêncio acerca dos essênios, tentando ocultar que recebeu desta seita muitas influências.

Bem… Esta ai o texto. Apreciem  aqueles que gostam desse tipo de matéria.
Até mais

Original por:
Marcos Paterra
João Pessoa/PB

Os Essénios

Os Essênios
Os essênios eram talvez os mais intrigantes membros do Judaísmo da época de
Yeshua (Jesus) por causa da sua misteriosa reclusão, e por sua evidente conexão com algumas
das principais pessoas mencionadas nos Ketuvim Netsarim (Escritos Nazarenos – são o mesmo que o nosso novo testamento), tais como Yochanan HaMat'vil (João, o Imersor), Yochanan o amado, entre outros. Liderados por um concílio de anciãos presidido pelo chamado Instrutor
de Justiça, ou ainda “o Justo” (haTsadik) como era conhecido, torna-se igualmente evidente que Ya'akov haTsadik (Tiago, o Justo o Apostolo que era assim chamado) teve a sua liderança espelhada na estrutura organizacional dos essênios. O facto é que os essênios, assim como os nazarenos, eram conhecidos como “o Caminho.” E, de facto, o movimento essênio, que culminou na pregação de
Yochanan HaMat'vil, era visto como uma preparação no deserto (o deserto da Judéia era o seu principal lugar de habitação) do Caminho de YHWH ( Dentro do judaísmo, o nome mais importante do Criador é o que conhecemos como o tetragrama, nome dado às quatro letras que formam o nome da divindade. Este nome é em hebraico יהוה (YHWH), que de acordo com a tradição judaica é a terceira pessoa do imperfeito no singular do verbo ser . Esta teoria é baseada no Êxodo capítulo terceiro, versículo décimo-quarto, constitui a base do monoteísmo judaico-cristão.) Quando Rav. Sha'ul (São Paulo) vai a Damessek (Damasco), um dos principais refúgios dos essênios, perseguir os “seguidores do Caminho” e tem uma visão com Yeshua, convertendo-se e demorando-se em Damessek exatamente o tempo que um israelita levava para se iniciar no movimento essênio, as evidências dos laços estreitos entre essênios e nazarenos se tornam mais fortes. Tanto que, não
são poucos os que, dentre os acadêmicos modernos, consideram que os essênios tenham sido os precursores do movimento dos seguidores de Yeshua (Jesus).
Origem
Muita especulação existe sobre a origem dos essênios. É fato sabido que Josefo
relata a existência deles, já como um grupo bastante antigo, durante a época da
revolta dos Macabim. Alguns os associam aos antigos chassidim, mas existem
controvérsias a esse respeito, visto que o termo “hassidim” era extremamente
vago e, ao longo dos séculos, foi adoptado em diversas ocasiões por diversos
grupos. Se tomarmos por referencial aquilo que os essênios diziam de si próprios,
podemos verificar que eles se identificam freqüentemente como filhos de
Tsadok. Alguns, por essa razão, os associam equivocadamente aos tsedukim
(saduceus), cuja origem estava em duas escolas, dos sábios Tsadok e Boetus, que
surgiu como movimento de oposição ao crescente Judaísmo farisaico (fariseus).
Muitos acadêmicos especulam acerca da origem de “Tsadok”, afinal, a Bíblia diz
que os filhos de Tsadok teriam um sacerdócio diferenciado:
Mas a câmara que olha para o caminho do norte é para os sacerdotes que têm
a guarda do altar; são estes os filhos de Tsadok, que se chegam a YHWH, dentre
os filhos de Levi, para o servir.” (Yechezkel 40:46)
Os essênios claramente associam o serem filhos de Tsadok com a pertinência à ordem de Malki-Tsedek, mencionada nos Tehilim (Salmos) e citada por Rav. Sha'ul (Paulo) como sendo a origem da kehuná (sacerdócio) de Yeshua. Nos seus manuscritos, os essênios demonstram que um dos pilares da sua fé está no retorno de Malki-Tsedek, o fundador da ordem essênia.
Os essênios criam que Malki-Tsedek os teria estabelecido como guardiões da verdadeira fé. Segundo a enciclopédia judaica, os essênios criam que Yishai
(Jessé), pai de David, e o próprio David, teriam sido membros da Yachad (a Unidade essênia). Isso explicaria a proeminência do cohen Tsadok no reinado de David, segundo as Escrituras. Tsadok, portanto, e a exemplo do que muitos acadêmicos supõe, seria um título sacerdotal, e não um nome próprio. Aparentemente, os essênios também eram guardiões de escritos k'doshim, e
teriam a uma época abrigado os principais escritos de David haMelech. Acerca
dele, os essênios relatam:
Agora, David Ben Yishai era sábio e brilhava como a luz do sol, um escriba e
homem de discernimento, inocente em todos os seus caminhos perante Elohim e
o homem. YHWH lhe concedeu um espírito brilhante e dotado de discernimento,
de modo que ele escreveu: três mil e seiscentos salmos.
Dos cânticos para serem cantados perante o altar acompanhando a oferta
queimada diária perpétua, por todos os dias do ano, trezentos e sessenta e
quatro; para as ofertas de Shabat, cinqüenta e dois cânticos, e para as ofertas
de rosh chodesh, todos os moadim, e o Yom Kipur, trinta cânticos. O total de
todos os cânticos que ele compôs foi de quatrocentos e quarenta e seis, não
incluindo os quatro cânticos para orar pelos que são possuídos por demônios
com música. A soma total de tudo, salmos e cânticos, era de quatrocentos e
cinqüenta.
Todos estes ele compôs através de profecia dada a ele pelo Elyon.”
(Fonte: 11Q5)
Os essênios, portanto, seriam aqueles que preservariam Yisra'el (Israel aqui no sentido de Povo de Deus e não território), durante os tempos de apostasia. Isto resumiria o propósito da ordem de Malki-Tsedek. Não é por acaso que os líderes essênios eram conhecidos pelo título de “haTsadik” - e isso explica também a grande proeminência de Yochanan HaMat'vil (João, o
Imersor- São João Baptista) É bem provável que, à época de Yeshua, Yochanan fosse o líder da
ordem de Malki-Tsedek. Isso daria à imersão(baptismo) de Yeshua (Jesus) uma conotação, para alguns, totalmente nova: a de um cohen gadol (sumo sacerdote) sendo imergido como princípio do seu ministério. Yeshua teria vindo a Yochanan HaMat'vil, na condição de líder dos essênios, para receber de volta dele a consagração ao ofício que havia deixado na terra, aos seus seguidores, quando esteve presente na condição de Malki-Tsedek (vide comentários de Rav. Sha'ul/Paulo acerca da ordem de Malki-Tsedek.) Os sinais presentes na tevilá de Yeshua (Jesus) serviriam para testificar que Ele era o cohen gadol (sumo sacerdote) cujo retorno havia sido profetizado aos essênios:
... e eles [os essênios] são a herança de Malki-Tsedek, que lhes retornará ao que é deles por direito...” (Fonte: 11Q13)
Os Pilares da Fé Essênia
Os essênios tinham na sua fé os seguintes elementos principais, que eram o pilar
das suas crenças:
1 - A pureza, tanto de carácter quanto cerimonial, devido à alta importância da
missão que lhes tinha sido confiada;
2 - A sua missão, como filhos de Tsadok, detentores da ordem de Malki-Tsedek,
de preservarem a verdade para Yisra'el, especialmente para o fim dos tempos;
3 - A espera do retorno de Malki-Tsedek, tido por eles como o próprio Elohim,
que lhes levaria a uma batalha final contra as forças de Beli'al.
4 - A correcta observância da Torá e dos Moadim;
5 - O serviço a YHWH auxiliados pelos anjos;
6 - A batalha espiritual contra os espíritos malignos;

Os Essênios e a Batalha Espiritual
Os essênios acreditavam (e muito bem) que os anjos estão bem presentes no nosso dia-a-dia, tanto os anjos de YHWH no meio àqueles que O adoram, quanto os servos de Beli'al, no meio àqueles que vivem em pecado. Criam ainda que a batalha espiritual por meio da oração era absolutamente
fundamental para a libertação das influências malignas. As orações tinham alguns objectivos, a saber: afugentar os espíritos malignos através dos relatos sobre a grandeza de YHWH, invocar a protecção e a autoridade de YHWH para a expulsão dos demônios, a proteção contra a
opressão espiritual, solicitar o envio de anjos para a guerra espiritual, e cura das enfermidades.
Dois anjos podem ser relatados como tendo papel de destaque na guerra espiritual, segundo os essênios: Micha'el, arcanjo responsável pelo destacamento dos anjos de guerra de YHWH (embora Gavri'el seja citado como eventual apoio), e Refa'el, arcanjo responsável pelo destacamento dos anjos que ministravam a cura de YHWH, de modo a reverter as enfermidades e angústias sofridas por aqueles que eram oprimidos espiritualmente. Os essênios acreditavam que a principal fonte de poder das forças das trevas eram o nosso yetser hará, a nossa inclinação ao mal, capaz de nos levar à transgressão da Torá (leis de Deus) de YHWH. O pecado, segundo eles, alimentava e atraía as forças de Beli'al. Assim sendo, a plena libertação na batalha espiritual também passava por um
processo de kedushá (santificação), de modo a eliminar as brechas dadas às forças de Beli'al.
Dentre os inimigos dos Filhos da Luz, três categorias podem ser destacadas:
líderes (como Beli'al/Satan, as Sentinelas, etc.), anjos caídos, e os espíritos dos bastardos - isto é, os filhos dos Nefilin mencionados em Gn. 6. Desses, os que recebem maior destaque são os espíritos dos bastardos. Além de serem opositores das forças da luz, também eram parasitas, que possivelmente explicavam algumas das enfermidades tidas pelo povo. Esses anjos não actuavam apenas com possessão completa, mas também por meio de opressão. Os essênios reconheciam que os tsadikim (justos) sofriam violenta perseguição na esfera das dimensões espirituais, e às vezes chegavam até a serem martirizados. Contudo, reconheciam que tudo ocorria segundo o plano de
YHWH, e que a vitória final seria da Yachad.
Os essênios viam a realidade espiritual como algo extremamente presente. Isso se reflete não apenas em sua angelologia, na qual podemos ver relatos de que em meio às suas orações, podiam ver anjos louvando a YHWH, como também em sua demonologia.
Duas Ordens de Kehuná
Os essênios reconheciam também que havia uma ordem sacerdotal diametralmente oposta à ordem de Malki-Tsedek. Assim como YHWH havia estabelecido a Sua ordem entre os essênios, Beli'al teria estabelecido uma ordem sacerdotal, dos seguidores de Malki-Reisha. Curiosamente, essa ordem teria sido estabelecida de forma predominante entre os Kitim, uma referência essênia a
Roma. Assim sendo, as orações de batalha espiritual por parte dos seguidores do Caminho, a ordem de Malki-Tsedek (o Rei de Justiça), tinha também o objectivo de reduzir o escopo de ação das forças da ordem sacerdotal de Malki-Reisha (o Rei do Mal).
A Origem e o Propósito do Termo “Essênio”
O termo “essênio” vem do hebraico assa'im, ou os “curadores.” Isso reflecte a
sua visão de que Yisra'el (Israel) estaria adoecido por duas razões: sua falta de
compromisso para com a Torá, e pela ausência de uma batalha espiritual contra
as forças de Beli'al. Assim sendo, a dupla-natureza da missão dos assa'im se revela no seu nome. Por meio da batalha espiritual, os essênios visavam a cura, tanto física, quanto espiritual do povo. Não é à toa que Micha'el e Refa'el têm papéis proeminente na vida espiritual dos essênios, sendo mensageiros de YHWH para a libertação e para a cura.
Conclusão
Com esse pano-de-fundo, não é de admirar que nenhum outro segmento judaico produziu tanto material focado na batalha espiritual quanto os essênios. A sua experiência milenar de batalhas contra as forças das trevas serve como instrução e inspiração para todos os que se engajam em batalhas dessa natureza no seu dia-a-dia. Como herdeiros espirituais dos assa'im, nós nazarenos (Porque da linhagem espiritual d'O Nazareno) temos nestes ensinamentos um verdadeiro tesouro para os últimos dias, que não está sendo revelado por acaso por parte de Malki-Tsedek.

Sobre os teus muros Jerusalém coloquei sentinelas que dia e noite anunciam o Nome do Senhor יהוה"
Bem hajam na luz e com a Luz

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Pai nosso em Aramaíco


Abwûn d'bwaschmâja
Nethkâdasch schmach
Têtê malkuthach
Nehwê tzevjânach aikâna d'bwaschmâja af b'arha
Hawvlân lachma d'sûnkanân jaomâna
Waschboklân chaubên (wachtahên) aikâna daf chnân schvoken l'chaijabên
Wela tachlân l'nesjuna ela patzân min bischa
Metol dilachie malkutha wahaila wateschbuchta l'ahlâm almîn.
Amên.