Só uma imensa vontade de partilha, para que a todos tudo chegue, me move...tudo o que seja pensado acima desta "fasquia" medida por uma fraqueza humana (EU mesmo) mas confiante na Providência Divina, são meras suposições humanas que eu declino em amor e verdade perante Aquele que "sonda os corações e conhece os pensamentos mais escondidos."


"Sobre os teu muros Jerusalém colocarei sentinelas que dia e noite anunciarão o NOME do SENHOR."


Não faz o obreiro mais do que lhe é devido.


Discípulo do Mestre Jesus Cristo

Servidor do Pai Criador em espírito e verdade

Porque assim quer o PAI que O sirvam

e Adorem

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sábado, 19 de março de 2011

Perdão Senhor, embora bem-intencionado e cheio de boa vontade, nem sempre acertei no meu relacionamento humano…
Eu queria ser flor… e fui espinho.
Queria ser um sorriso… e fui mágoa.
Queria ser LUZ… e fui trevas.
Queria ser estrela… e fui eclipse.
Queria ser contentamento… e fui tristeza.
Queria ser amigo…e fui adversário.
Queria ser força… e fui fraqueza.
Queria ser o amanhã… e fui o ontem.
Queria ser paz…e e fui guerra.
Queria ser vida… e fui morte.
Queria ser sol… e fui escuridão.
Queria ser calma… e fui tumulto.
Queria ser carinho… e fui rudeza.
Queria ser sobrenatural… e fui terreno.
Queria ser lenitivo… e fui flagelo.
Queria ser AMOR… e fui decepção.
Recebe Senhor, na Tua Misericórdia e Perdão infinito, o gosto amargo e contrito desta oração.
(P.B. Schneider)

sábado, 11 de dezembro de 2010

Sabedoria 13


1. São insensatos por natureza todos os que desconheceram a Deus, e, através dos bens visíveis, não souberam conhecer Aquele que é, nem reconhecer o Artista, considerando suas obras.
2. Tomaram o fogo, ou o vento, ou o ar agitável, ou a esfera estrelada, ou a água impetuosa, ou os astros dos céus, por deuses, regentes do mundo.
3. Se tomaram essas coisas por deuses, encantados pela sua beleza, saibam, então, quanto o seu Senhor prevalece sobre elas, porque é o criador da beleza que fez estas coisas.
4. Se o que os impressionou é a sua força e o seu poder, que eles compreendam, por meio delas, que seu criador é mais forte;
5. pois é a partir da grandeza e da beleza das criaturas que, por analogia, se conhece o seu autor.
6. Contudo, estes só incorrem numa ligeira censura, porque, talvez, tenham caído no erro procurando Deus e querendo encontrá-lo:
7. vivendo entre suas obras, eles as observam com cuidado, e porque eles as consideram belas, deixam-se seduzir pelo seu aspecto.
8. Ainda uma vez, entretanto, eles não são desculpáveis,
9. porque, se eles possuíram luz suficiente para poder perscrutar a ordem do mundo, como não encontraram eles mais facilmente aquele que é seu Senhor?

Conversas Contigo IV - Ensinamentos para a Vida Verdadeira


A vossa religião está-se a tornar real porque está emergindo da escravidão do medo e da prisão da superstição. A vossa filosofia luta pela emancipação do dogma e da tradição. A vossa ciência está empenhada em uma disputa antiga entre a verdade e o erro, enquanto luta para libertar-se da limitação da abstração, da escravidão da matemática e da relativa cegueira do materialismo. O grande erro da religião hebraica foi não ter associado a bondade de Deus às verdades factuais da ciência e da beleza atraente da arte. À medida que a civilização progrediu, e enquanto a religião continuou a seguir o mesmo caminho, pouco sábio, de enfatizar exageradamente a bondade de Deus, a ponto de negligenciar a beleza e de excluir relativamente a verdade, foi sendo
desenvolvida, em certos tipos de homens, uma tendência crescente para desviar-se no conceito abstracto e dissociado da bondade isolada. A moralidade proclamada ao exagero e isolada da religião moderna, que fracassa em manter a devoção e a lealdade de muitos dos homens deste século, poderia reabilitar-se se, além dos seus mandatos morais, tivesse a mesma consideração
pelas verdades da ciência, da filosofia e da experiência espiritual, e pelas belezas da criação física, bem como pelo encanto da arte intelectual e pela grandeza de uma realização genuína de carácter.
O desafio religioso desta época é dirigido àqueles homens e àquelas mulheres que, pela sua visão ampla e voltada para o futuro, e, pelo discernimento da sua luz interna, ousarão construir uma nova e atraente filosofia de vida, partindo dos conceitos modernos, subtilmente integrados, da verdade cósmica, da beleza universal e da bondade divina. Uma tal visão, nova e recta, da moralidade, atrairá tudo o que existir de bom na mente do homem e convocará o que houver de melhor na alma humana. A verdade, a beleza e a bondade são realidades divinas, e à medida que o homem ascende na escalada da vida espiritual, essas qualidades supremas, do Eterno, tornam-se cada vez mais coordenadas e unificadas em Deus, que é amor.
Toda a verdade material, filosófica ou espiritual é tanto bela, quanto boa. Toda a beleza real a arte material ou a simetria espiritual é tanto verdadeira, quanto boa. Toda a bondade genuína seja a moralidade pessoal, a equidade social ou o ministério divino é igualmente verdadeira e bela. A saúde, a sanidade e a felicidade são integrações da verdade, da beleza e da bondade, ao
misturarem-se na experiência humana. Esses níveis de uma vida eficaz advêm, pela unificação de sistemas de energia, de sistemas de idéias e de sistemas espirituais. A verdade é coerente, a beleza é atraente e a bondade estabilizadora. E quando esses valores, naquilo que é real, são coordenados na experiência da personalidade, o resultado é uma ordem elevada de amor, condicionado pela sabedoria e qualificado pela lealdade. O propósito real de toda a educação, no universo, é tornar efectiva a melhor coordenação do filho isolado dos mundos
com as realidades mais amplas da sua experiência em expansão. A realidade é finita no nível humano: e é infinita e eterna nos níveis mais elevados e divinos.
O homem mortal tem um núcleo espiritual. A mente é um sistema de energia pessoal, que existe em torno de um núcleo espiritual divino e que funciona num ambiente material. Essa relação viva entre a mente pessoal e o espírito constitui, pois, o potencial da personalidade eterna no universo. O problema verdadeiro, o desapontamento duradouro, a derrota séria, ou a morte inescapável só podem advir depois que os conceitos egocêntricos tiverem tido a arrogância de
deslocar totalmente o poder dominante do núcleo espiritual central, destruindo assim o esquema cósmico de identidade da personalidade.

 פֵהֵל PeHeLa guardião da religião, moral, e teologia Divina te Saúdo na Paz e na Luz Daquele que tudo realiza e te digo... A Paz do Eterno vos envolva

(como pedido assim é feito)
Bem hajam na luz e com a Luz
P.S. todos os post's que têm por titulo "Conversas Contigo" ou "Conversas no Silêncio" são por mim formatados e inseridos. Esta é a parte que me cabe em reconhecimento de Autoria.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Miseri Cordia




Este post é um texto que um dia escrevi quando alguém me pediu que escrevesse espontaneamente sobre a Misericórdia Divina.

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Por não primar pela confiança inabalavel que me deveria sustentar, e, Senhor, não porque não confie em Ti, não creia em tudo o que nos disseste, mas por ser em mim que não confio, muitas das vezes...ponho em causa as graças que no teu AMOR me ofertas e por mim (saberás TU porquê) fazes chegar a outros irmãos.
Assim iniciarei por mim, consciente de que o faço este texto sobre A Misericórdia Divina...sem pretensões...só amando.

Miseri = sofrimento... Cordis = Coração = Sofrimento no coração ou do coração. Literalmente significa coração sofredor.
Muitos de nós, ao reflectir acerca desta aglutinação verá que cada vez que dizemos; “Misericórdia Senhor” estamos a dizer MISERI(a) (Sofrimento no ou do CORDIS Coração. E o que pedimos nesta prece de angústia não é efectivamente misericórdia (sofrimento / coração) porque isso seria pedir o que O Senhor nunca dá, mas, pedimos sim, COMPAIXÂO...que Ele nos ouça COM PAIXÂO.
A Paixão, o Amor De Deus é a resposta efectiva, presente a todas as nossas preces...mesmo as que nos parecem não atendidas....”porque não sabeis o que pedir, o Espiríto do Senhor com gemidos inefáveis intercederá por vós”.
A Paixão Divina não é mais que a forma mais humana de entender este AMOR que se expressa a si próprio, em tudo e todos. Ao rogarmos misericórdia rogamos paixão, que nos ouça e atenda (com)paixão....porque o ser humano vizualiza que o seu estado de paixão, de amor intenso e absorvente, será o que mais se aproxima deste Amor Divino. Porque nesse estado o ser humano ”sente” e vive um estado de “graça” que talvez seja o de maior felicidade e alegria que um humano comum poderá experienciar nesta sua passagem na Terra.

"Reconhece, pois, que o Senhor, teu Deus, é verdadeiramente Deus, um Deus fiel, que guarda a sua aliança e a sua misericórdia até a milésima geração para com aqueles que o amam e observam os seus mandamentos," (Deuterenómio 7,9)

"Se ouvirdes esses preceitos e os praticardes fielmente, o Senhor, teu Deus, guardará para contigo a aliança de misericórdia que jurou a teus pais," ( Deuterenómio 7,12)

"Não retenha a tua mão nada do que tiver sido votado ao interdito, para que o Senhor aplaque o ardor de sua cólera, e use de piedade e misericórdia para contigo, e te multiplique, como jurou a teus pais,"
( Deuterenómio 13, 17)

"Senhor, dignai-vos, pela vossa misericórdia, afastar de vossa cidade santa, Jerusalém, vossa cólera e vossa exasperação, porque é devido às nossas iniqüidades e aos pecados de nossos antepassados que Jerusalém e vosso povo são alvo dos insultos de todos os nossos vizinhos". ( Daniel 9, 16)

Existem muitos exemplos destes no antigo testamento, e se repararmos, e usarmos a palavra tal qual quer dizer, literalmente coração sofredor não está contextualizada; afinal ninguém pede “Sofrimento para o coração”. Pede sim que o Senhor use da sua Paixão para escutar “as misérias do nosso coração” Que (com)paixão, com Amor ouça as nossas lamentações mais profundas.
Como diz o salmista; “"tende COMPAIXÂO de mim, Senhor, pois a vós eu clamo sem cessar". ( Salmo 85, 3) e o que clama ele ao Senhor senão as suas misérias e angustias do coração...as suas Miseri-Córdias.
No salmo 18, 1, vemos isto de uma forma excelente: “Eu Vos amo, Senhor minha força,” aqui no original está a palavra hebraica ra·jamím ( ra·jamím e a palavra grega é·le·os (verbo, e·le·é·ō) traduz-se “misericórdia”).
O verbo hebreu ra·jám define-se como “sentir irradiar afecto interior, ou compaixão, ser compassivo.
Dai neste versiculo do salmo a palvra misericordia foi preterida, e sobreveio o Amor.
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Os irrefletidos mortais têm-se referido à manifestação da misericórdia e ternura divinas, especialmente para com os fracos e na defesa dos necessitados, como sendo indicativa de um Deus antropomórfico. Quão errôneo! Essas manifestações de misericórdia e de paciência deveriam, antes, ser consideradas, pelos seres humanos, como evidência de que o homem mortal é residido pelo espírito do Deus vivo; de que a criatura é, afinal, motivada pela divindade. E assim pelo Seu Amor, inimaginavel e incompreensivel, neste estágio da vossa evolução.”
Continuando...

Sem dúvida que como disse alguém muito grande “ O Amor não é amado...” e a minha singela e consciente devoção é ao Amor, ao AMOR maior que é Deus personificado em Cristo Senhor ...por isso...para mim...
Nada nos é dado para lá da nossa compreensão do momento, mas às vezes fica bem no limite.

De uma forma muito simples diria que em primeiro lugar é necessário que nos sintamos bem com quem somos e integrados no que acharmos num dado momento ser o nosso caminho.

É importante para nós identificarmos-nos com um grupo, uma comunidade, um objectivo e repara na abrangência desta frase...São todas essas formas equilibradas, extremistas, apaixonadas, dolorosas, etc, que vão construir um conhecimento tão abrangente que o ADN colectivo se enriquece absorvendo informação e criando níveis de consciência cada vez apurados. Nunca o Amor poderia exercer todo o seu Esplendor se não nos fosse apresentado o seu contrário em todas as suas vertentes.
É importante lembrar que A Trindade Santíssima é Deus 3x Santo que na Sua Figura de Pai se nos apresenta, com muitos meios de chegar até Ele...Com orientação que se vai obtendo com a graça do Espírito, e caminho seguro na descodificação da mensagem da Personificação do Amor de Deus...Jesus Cristo. Parece ser um método gasto, mas foi entendido na perspectiva certa; ainda que inserido num grupo numa comunidade, eu não posso querer que a experiência de alguém possa ser igual para mim. A Conversão da alma é um acontecimento, sem precedentes, que não passa despercebido, mas que é um movimento de dentro. Que só o próprio o pode desencadear, e perceber na sua totalidade pois é a sua relação com o Divino, o Espiritual, e dai nasce uma relação que antes de ser comunitária é sempre pessoal. 
é isto mais ou menos
Bem hajas




Graças te sejam dadas Pai Santo, por escutares com Amor as misérias dos nossos corações.



sábado, 4 de dezembro de 2010

Os Essénios e Cristo


Muitos talvez não saibam… Mas os Essênios  eram originários do Egito e durante a dominação do Império Selêucida, em 170 a.C, formaram um pequeno grupo de judeus, que abandonou as cidades e rumou para o deserto, passando a viver às margens do Mar Morto e outros locais, na Palestina e no Egito.

A Doutrina do Deserto

Eles respeitavam a vida acima de tudo, escreveram os mais antigos textos bíblicos e influenciaram o cristianismo. Com vocês, os essênios.

Por Rafael Kenski e Duda Teixeira

Em 1923, o húngaro Edmond Szekely obteve permissão para pesquisar os arquivos secretos do Vaticano. Estava à procura de livros que teriam influenciado São Francisco de Assis. Curioso e encantado vagou pelos mais de 40 quilômetros de estantes com pergaminhos e papiros milenares. Viu evangelhos nunca publicados e manuscritos originais de muitos santos e apóstolos, condenados a permanecer escondidos para sempre. De todas essas raridades, uma obra em especial lhe chamou a atenção. Era o Evangelho Essênio da Paz. O livro teria sido escrito pelo apóstolo João e narrava passagens desconhecidas da vida de Jesus Cristo, apresentado ali como o principal líder de uma seita judaica até então pouco comentada – Os Essênios. Szekely não perdeu tempo. Traduziu o texto publicou-o em quatro volumes. Sentindo-se traída pelo pesquisador, a Igreja o excomungou.
Não foi uma punição tão grave. Considere o que aconteceu com o reverendo inglês Gideon Ouseley. Em 1880, ele achou um manuscrito chamado O Evangelho dos Doze Santos em um monastério budista na índia. O texto em aramaico – a língua que Jesus falava – teria sido levado para o Oriente por essênios refugiados.

Manuscrito achado no Vaticano afirma que Jesus era essênio e vegetariano
Ouseley ficou eufórico e saiu espalhando que tinha descoberto o verdadeiro Novo Testamento. Afirmava que a Bíblia estava incorreta, pois Cristo era um essênio que defendia a reencarnação e o vegetarianismo. Se hoje essa tese soa estranha, dizer isso na Inglaterra vitoriana do século XIX era blasfêmia da pior espécie. Resultado: os conservadores atearam fogo na casa de Ouseley e o original foi destruído.
O mistério que envolve esses dois textos e o tom místico que os descobridores deram aos seus achados acabaram manchando seu crédito diante dos historiadores. Além do mais, teorias exóticas sobre Jesus é o que não falta. Em 1970, o pesquisador inglês John Allegro, que já havia estudado os essênios, tentou provar que Jesus nunca havia existido e que teria sido uma alucinação coletiva causada pela ingestão de cogumelos. Por motivos óbvios, essa teoria não foi muito bem aceite pelos seus colegas cientistas. Segundo eles, Allegro entendia mais de cogumelos do que de Cristo.
Para os historiadores, os essênios seriam até hoje uma nota de rodapé na História se, em 1947, dois pastores beduínos não tivessem por acidente levado a uma das maiores descobertas arqueológicas do século. Escondidos em cavernas próximas ao Mar Morto, em Israel, 813 manuscritos redigidos pelos essênios a partir de 225 a.C.

O ano 68 da nossa era guardava as mais antigas cópias do Antigo Testamento, calendários e textos da Bíblia. Perto das cavernas, em Qumran, estavam as ruínas de um monastério essênio e um cemitério com cerca de 1200 esqueletos, quase todos masculinos.

O surgimento da doutrina essênia aconteceu em tempos conturbados. Os judeus viveram sob dominação de diversos povos estrangeiros desde 587 a.C., quando Jerusalém foi devastada pelos babilônios, habitantes da atual região do Iraque. Por volta do século II a.C., o domínio era exercido pelos selêucidas, um povo grego que habitava a Síria. A cultura helenista proliferava e a tradição hebraica sofria fortes ameaças. Para recuperar o judaísmo, os israelitas acreditavam na vinda do Messias que chegaria ao final dos tempos para exterminar os infiéis e salvar os seguidores da Bíblia.

Eles possuíam pomares e hortos irrigados pela água da chuva, que era recolhida em enormes cisternas e servia como bebida. Além dela, as bebidas essênias se resumiam ao suco de frutas’ e “vinho novo”, um extrato de uva levemente fermentado. No shabbath, os sectários deveriam passar o dia inteiro em jejum.


retirado de:  www.pentaculosmagicos.com.br
Em abril de 1947, no vale de Khirbet Qumran, junto às encostas do Mar Morto, Juma Muhamed, pastor beduíno da região, recolhia seu rebanho quando ao seguir atrás de uma cabrita desgarrada percebeu que havia uma extensa fenda entre duas rochas.Curioso, atirou uma pedra e ouviu o ruído de um vaso se quebrando. No vaso, encontrou pergaminhos.

Este momento caracterizou-se como um marco para o mundo arqueológico: A Descoberta dos Manuscritos do Mar Morto.

Desde então, a tradução e divulgação do seu conteúdo têm atraído a atenção mundial, e uma grande expectativa tem se instaurado quanto a possíveis segredos ainda não revelados.

O nome Essênios deriva da palavra egípcia Kashai, que significa “secreto”. Na língua grega, o termo utilizado é “therepeutes”, originário da palavra Síria “asaya”, que significa médico.

A organização nasceu no Egito nos anos que precedem o Faraó Akhenathon, o grande fundador da primeira religião monoteísta, sendo difundida em diferentes partes do mundo, inclusive em Qumran. Nos escritos dos Rosacruzes, os Essênios são considerados como uma ramificação da “Grande Fraternidade Branca”.

Segundo estudiosos,  foi nesse meio onde esteve Jesus no período entre seus 13 e 30 anos. Alguns estudiosos também acreditam que a Igreja Católica procura manter silêncio acerca dos essênios, tentando ocultar que recebeu desta seita muitas influências.

Bem… Esta ai o texto. Apreciem  aqueles que gostam desse tipo de matéria.
Até mais

Original por:
Marcos Paterra
João Pessoa/PB

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Pai nosso em Aramaíco


Abwûn d'bwaschmâja
Nethkâdasch schmach
Têtê malkuthach
Nehwê tzevjânach aikâna d'bwaschmâja af b'arha
Hawvlân lachma d'sûnkanân jaomâna
Waschboklân chaubên (wachtahên) aikâna daf chnân schvoken l'chaijabên
Wela tachlân l'nesjuna ela patzân min bischa
Metol dilachie malkutha wahaila wateschbuchta l'ahlâm almîn.
Amên.