Só uma imensa vontade de partilha, para que a todos tudo chegue, me move...tudo o que seja pensado acima desta "fasquia" medida por uma fraqueza humana (EU mesmo) mas confiante na Providência Divina, são meras suposições humanas que eu declino em amor e verdade perante Aquele que "sonda os corações e conhece os pensamentos mais escondidos."


"Sobre os teu muros Jerusalém colocarei sentinelas que dia e noite anunciarão o NOME do SENHOR."


Não faz o obreiro mais do que lhe é devido.


Discípulo do Mestre Jesus Cristo

Servidor do Pai Criador em espírito e verdade

Porque assim quer o PAI que O sirvam

e Adorem

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Conversas Contigo VIII - A Mente - breve introdução


Num mundo material, vós pensais  num corpo como tendo um espírito; mas nós consideramos o espírito como tendo um corpo. Os olhos materiais são verdadeiramente as janelas da alma que nasce do espírito. O espírito é o arquitecto, a mente é o constructor, o corpo é a edificação material.
As energias físicas, espirituais e mentais, como tal e nos seus estados puros, não interagem integralmente como factualizações no universo dos fenômenos. O espírito é a realidade criativa; a contraparte física é o reflexo, no tempo-espaço, da realidade do espírito, a repercussão física da acção criativa da mente-espírito.
A mente domina universalmente a matéria, exactamente como esta, por sua vez, é sensível e responde ao controle último do espírito. E, no homem mortal, apenas aquela mente que livremente se submete ao direccionamento do espírito pode almejar sobreviver à existência mortal do espaço-tempo. A evolução dos mecanismos implica e indica a presença oculta e a predominância da mente
criativa. A capacidade do intelecto mortal de conceber, projectar e criar mecanismos automáticos demonstra que as qualidades superiores, criativas e plenas de propósito, da mente do homem, são a influência dominante no planeta. A mente tende sempre para a:
1. Criação de mecanismos materiais.
2. Descoberta de mistérios ocultos.
3. Exploração de situações remotas.
4. Formulação de sistemas mentais.
5. Alcance dos objectivos da sabedoria.
6. Realização de níveis do espírito.
7. Cumprimento dos destinos divinos supremos, últimos e absolutos.
A mente é sempre criativa. O dom da mente de um indivíduo animal, mortal, moroncial, ascendente do espírito ou que tenha alcançado a finalidade, é sempre competente para produzir um corpo adequado e útil para a identidade da criatura vivente. Todavia, o fenômeno da presença de uma personalidade, ou do modelo de uma identidade, como tal, não é uma manifestação de energia, seja física, mental ou espiritual. A forma da personalidade é o aspecto modelar de um ser vivo; denota uma ordenação das energias, e isso, acrescentado à vida e ao movimento, é o mecanismo da existência da criatura.
Mesmo os seres espirituais têm forma, e essas formas espirituais (os modelos) são reais. Até o tipo mais elevado de personalidades espirituais tem formas presenças de personalidades análogas, em todos os sentidos, aos corpos mortais da Terra.


 פֵהֵל PeHeLa guardião da religião, moral, e teologia Divina te Saúdo na Paz e na Luz Daquele que tudo realiza e te digo... A Paz do Eterno vos envolva 


(como pedido assim é feito)
Bem hajam na luz e com a Luz
P.S. todos os post's que têm por titulo "Conversas Contigo" ou "Conversas no Silêncio" são por mim formatados e inseridos. Esta é a parte que me cabe em reconhecimento de Autoria.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Sacred Fire - Zarathustra by Sina Vodjani



Kadosh - Paul Wilbur



Lindo...

Holy Holy Holy Lord God Almighty .. [Agnus Dei]


Sem Palavras...é preciso ver até ao fim...para ver, literalmente, ver o Espírito invisível de Deus fazendo-se presente neste espectáculo...no coração de cada ser ali presente... Graças a Ti Senhor Eterno e Pai De tudo... Deus de Luz e De Amor de Força e Ternura ....Não posso ... Não posso calar...quero-te sempre em tudo é por ti e em ti que vivo cada respiração deste ser que Te venera adora e pertence. Sempre e em tudo...também no pecado.
A ti elevo a angustia serena e compreendida desta vivência carnal, que só se torna possível porque me acarinhas nas dádivas imerecidas que me fortalecem na dor da vida e me levarão a Ti.

Eu Sou Luz e Verdade
Eu Sou Caminho e Esperança
Eu Sou Fé e Coragem
Eu Sou a solidão que partilha.
Eu Sou...UM

Ana B'Ko'ach (A Kabbalistic Prayer) (2 Versions - Music & Acapella)



Ana Bekoach- Explicação
Aparentemente, a prece mais poderosa de todo universo é o Ana Bekoach. Os Cabalistas revelaram que esta sequencia de letras hebraicas circundam os reais poderes da criação. O Ana bekoach é construído a partir de 42 letras e é tb conhecido como o nome de Deus de 42 letras. Sempre que fazemos a conexão com o nome de 42 letras, estamos atraindo a força primordial da criação. As sete sentenças do Ana Becoach se relacionam com os sete dias da semana. Cada dia meditamos na sentença apropriada para tomar controle sobre aquele periodo de 24 horas. Domingo se conecta à primeira sentença. Shabat está ligado à ultima sentença. cada mês do ano tem um corpo celeste, e cada corpo celeste tem um verso correspondente no Ana Becoach; portanto nós também meditamos sobre o respectivo planeta e as letras hebraicas que criaram tanto o planeta como o signo do zodiaco desse mês em particular. Por exemplo, a letra Hebraica Aín criou o signo de capricornio. Capricornio é governado por saturno. A letra Hebraica que deu origem à saturno é Bet; portanto num domingo do mês de Tevet, nós meditamos no primeiro verso do Ana Bekoach, bem como nas letras Aín e Bet.
Avraham o Patriarca reveleu esses segredos atsrológicos das letras hebraicas e dos signos do zodiaco em seu tratado cabalístico- Sefer Ietsirá. As palavras do Ana Bekoach não são tão importantes como são as primeiras letras de cada palavra. É aí que reside o poder real. Se você somar as primeiras letras de cada palavra, vai obter 42. Por conseguinte, o Ana Bekoach é chamado de "O nome de Deus de 42 Letras". As palavras em sí não tem nenhum significado em particular. estas 42 letras, estão, na verdade codificadas nas primeiras 42 letras do livro de genesis na biblia. O Cabalista do II século, Rabi Nachinia Ben Hakana, foi o primeiro sábio a revelas essa combinação de 42 letras.
Kaballah Center

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

BEAUTIFUL-MANDALAY-CAFE DEL MAR

You can depend
On certainty
Count it out and weigh it up again
You can be sure
You've reached the end
And still you don't feel

Do you know you're beautiful
Do you know you're beautiful
Do you know you're beautiful
You are, yes you are

You can ignore
What you've become
Take it out and see it die again
You can be here
For who's a friend
And still you don't feel

Do you know you're beautiful
Do you know you're beautiful
Do you know you're beautiful
You are, yes you are

Yes you are...
Yes you are...

Innermost thoughts
Will be understood and
You can have all you need

Do you know
You know about anything
Do you know
You know about anyone
Do you know you're beautiful
You are, yes you are

Yes you are...
You're beautiful

Do you know you're beautiful
Do you know you're beautiful
Do you know you're beautiful

You are, yes you are

Perdão



Ser perdoado

Não penses que o perdão é algo fácil de obter
Nem acredites que o obténs fechando-te em ti.
Já tiveste tantas oportunidades,
Que não sei o que te faz pensar que as continuarás a ter.
E não levantes questões, porque é assim que as coisas são.
Ele conhece perfeitamente os teus pensamentos.
Por isso não cuspas palavras que te tragam o arrependimento.
Nem deixes o fogo tomar conta da tua cabeça.
E como tantas vezes ouviste a mesma acusação,
E sentes que a não queres mais carregar,
Acredita que esta é a única certeza;
Que a Luz do teu coração é a Verdade que te ensina a lutar
E que te faz acreditar, não em ti, mas Nele onde tudo é Perfeição.
E o Senhor disse-te;
-Eu Sou o olho no céu, olhando para ti, e lendo os teus pensamentos.
E tu respondes-te;
Eu sou o pedinte e o louco, lidando com a estultice, sem conseguir mudar.
Mas não preciso de mais, para saber que Te pertenço e que tudo Sabes.
-Eu Conheço-te o coração. E Vejo-te sempre;
E eu creio em Ti.
-Eu Conheço-te o coração. E Amo-te sempre;
E eu creio em Ti.
Não te deixes levar por falsas ilusões.
Não chores, pelos pecados cometidos.
Porque já não és o mesmo louco de antigamente,
E já não vives sem Acreditar, porque o Senhor te disse;
-Eu Sou o olho no céu que tudo vê;
E eu creio em Ti,
-Porque tiveste sinais que não entendeste, mas acreditaste em Mim;
Porque creio em Cristo Amor,
-Porque foste o pedinte e o louco, mas acreditaste em Mim;
Porque me consolou a Virgem Mãe,
-Porque lidaste com a estultice, mas mudaste o pensamento.
Porque és grande Senhor, e imensamente misericordioso e foi por Ti, com a Tua força que mudei, porque sem Ela, a Tua vontade, estaria na morada dos mortos, onde pertence esta alma pecadora.


21 Junho de 2004 

domingo, 19 de dezembro de 2010

Saudades do meu menino

O meu Gaspar...

E o seu mano Petinho

Só hoje consegui mexer neste vídeo para o meu querido Gaspar, companheiro de 13 anos com o seu irmão, Petinho, e que partiu no dia a seguir a ser feito este vídeo...
Meu gatinho, companheiro fiel e amigo, tenho mesmo muitas saudades e o arisco do teu irmão também, pois desde que partiste que ele não sossega...sente muito a tua falta...tal como eu meu menino...
Que rude golpe foi este para culminar estes 4 anos que alteraram toda a nossa vida...
Não esperava... (ou não queria esperar) mas com dificuldade, esforço-me por aceitar...e recordo-te com muito amor e saudade.
Beijinhos meus e do teu mano meu menino.
Gaspar 14 Novembro de 1998 - 6 de Dezembro de 2010

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O Iniciado espiritual - O eterno aprendiz do Todo


Um iniciado nada julga; compreende a tudo, silenciosamente.
Porque o seu coração foi curtido na senda.

Ele não odeia; simplesmente porque vê além das emoções.

Diante da ingratidão, ele ora. E seu coração voa para o Céu...
Consciente das leis de causa e efeito, ele jamais faz o mal para alguém.
O sucesso de alguém não o incomoda; pelo contrário, ele se alegra com os outros.
Ele medita e vê estrelas, pois descobriu o infinito em seu próprio coração.
Ele fia-se na Luz, pois, sem Ela, estaria cego na jornada.
Por isso, ele agradece ao Alto; e é fiel aos valores que esposa.
Ele é flexível, mas seus passos são firmes; e nada e nem ninguém roubará sua luz.
Mesmo conhecendo os arcanos espirituais, ele respeita a todos os que ainda não os conhecem. Ah, ele jamais pisaria nos mais fracos e nem zombaria de suas aspirações.
Diante do cepticismo do mundo, ele caminha seguro em sua fé e em seu discernimento.
E, quando ele ora e irradia energias para a humanidade, seres de luz o abraçam em silêncio. Eles o têm como um filho querido e conhecem seu coração e suas aspirações espirituais.
Ah, o iniciado carrega a luz da vida universal em seus olhos...
Ele sabe que é uma estrela vestindo um corpo; e, por isso, mesmo na carne, ele brilha!
Diante dos assédios trevosos, ele opera com humildade e respeito, e ora ao Alto.
Docemente, com grande habilidade, ele transforma o denso em subtil, e agradece a Luz. Ah, o iniciado sabe que não há dinheiro no mundo que pague sua paz de espírito.
Ele sabe que a senda é em seu próprio coração; e, desrespeitá-la, seria desonrar a si mesmo. Por isso, ele persevera e continua sua jornada, mesmo sob pesadas provas e dificuldades.
Ele sabe que tudo passa... Menos a Luz que o guia. Ele sabe que Ela é perene.
Mesmo na noite mais escura, ele jamais se esquece da Luz.
Pois, sem Ela, ele não é nada, e se perderia facilmente.
Então, ele anda no mundo das coisas ilusórias, mas sem ser enganado por elas.
Ele sabe que a luz universal também está nos grãos de areia, pois o Todo está em tudo! E ele sente isso em seu próprio coração. Por isso, caminha confiante e contente.
O iniciado tem defeitos, mas estuda e trabalha diligentemente para corrigi-los.
Ele não teme o seu lado sombrio; pelo contrário, quer integrá-lo na Luz.
Ah, nada nem ninguém, desse ou de outros planos, poderá drenar sua espiritualidade. Porque, aquilo que o Céu acendeu em seu coração, ninguém poderá apagar.
Nem homens, nem espíritos; nem o cepticismo do mundo. Nem nenhuma ingratidão.
Ele sabe que espiritualidade não é doutrina, mas estado de consciência.
E, por onde ele for, com quem for, a Luz sempre estará com ele.
Porque Ela e ele, em seu coração, são um só! E ele sabe disso. E agradece.
Ele se considera uma pessoa comum, mas é um iniciado espiritual.
Não porque tenha algum grau, título ou diploma iniciático; mas porque a Luz está nele. E os ideais de Liberdade, Igualdade e Fraternidade norteiam seus passos na senda.
Sim, ele é um iniciado nas lides do espírito. E o seu coração é grande como a vida.
Tão grande que cabe a humanidade inteira dentro dele.




Paz e Luz.


- Wagner Borges - eterno neófito da vida...

Caxias do Sul, 02 de outubro de 2009.




ALQUIMIA DIVINA

     

A Riqueza Alquímica só pode e só deve ser entendida como sendo de ordem ESPIRITUAL, MÍSTICA, ESOTÉRICA, INICIÁTICA E HERMÉTICA. A trajectória real da PURIFICAÇÃO CRISTOLÓGICA opera-se, em última instância, no próprio Alquimista. É no próprio ser singular que toda a coisa actua. Aqueles que querem fazer a nossa OBRA por digestões, por destilações vulgares e por sublimações, e outros por triturações, todos esses estão fora do BOM CAMINHO... e privados de jamais a conseguir, porque todos esses nomes, palavras e maneiras de operar são nomes, palavras e maneiras metafóricas. (Tiago Tesson, apud Fulcanelli).

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Biblioteca Divina

O que deveria ser património de todos e, interpretado consoante nos é dado conhecer pelo Espírito e Verdade que é o Próprio Deus, é sinónimo de batalhas interpretativas e esgrimir de conhecimento...
Teólogos, Doutores e entusiastas...Como estais no caminho certo da sobranceria quando assim procedeis.
Pois..."Eu sou o que levanta num instante o espírito humilde, de maneira que compreenda melhor as razões das verdades eternas, do que se houvera estudado dez anos nas escolas. Eu ensino sem ruído de palavras, sem confusão de opiniões, sem espalhafato, sem contenda de argumentos.(...) A uns, porém, falo coisas comuns, a outros, mais particulares; a alguns revelo-me docemente em sinais e figuras, a outros descubro os meus mistérios com muita luz. A mesma voz fala em todos os livros, mas não ensina a todos da mesma maneira; pois eu sou o que interiormente ensina a verdade, perscruta o coração, penetra os pensamentos. Inspira as acções, distribuindo a cada um segundo me apraz. "

O que me importa se a tradução para o grego...ou do hebraico,,,ou porque os sinónimos...
O que me importa é de que forma a essência do texto ou do versiculo se TRADUZ para mim...
È a LUz Que nos move que tudo faz acontecer num misterioso silêncio que se escuta no interior de cada um de nós...
Todas as narrações bíblicas foram primeiramente vividas e oralmente transmitidas e posteriormente, escritas. Este período durou, aproximadamente, 800/900 anos e recebeu o nome de Tradição Oral.

“As Bíblias” consoante “o ramo” que a consulta ou difunde têm certas diferenças, mas na sua essência são iguais.
Por exemplo A Bíblia (do grego βίβλια, plural de βίβλιον, transl. bíblion, "rolo" ou "livro) (em hebraico: תנ"ך, transl. Tanakh) é o texto religioso central do judaísmo e do cristianismo. Foi São Jerónimo, tradutor da Vulgata latina, que chamou pela primeira vez ao conjunto dos livros do Antigo Testamento e Novo Testamento de "Biblioteca Divina". A Bíblia é uma colecção de livros catalogados, considerados como divinamente inspirados pelas três grandes religiões dos filhos de Abraão, (além do cristianismo e do judaísmo, o islamismo). São, por isso, conhecidas como as "religiões do Livro". É sinónimo de "Escrituras Sagradas" e "Palavra de Deus".
Curiosidade: sabiam que no Islão, diariamente a primeira oração da manhã é direccionada a…Jesus Cristo? Pois é…Há coisas…
Eles respeitam-no só não lhe atribuem a Divindade.
As igrejas cristãs protestantes e outros grupos religiosos além do protestantismo possuem no cânone de textos sagrados das suas Bíblias somente 66 livros: 39 livros no Antigo Testamento e 27 livros no Novo Testamento. A Igreja Católica inclui sete livros e dois textos adicionais ao Antigo Testamento como parte de seu cânone bíblico (os livros de Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico Baruque, I Macabeus e II Macabeus, e alguns trechos nos livros de Ester e de Daniel). Estes textos são chamados deuterocanónicos (ou "do segundo cânon) pela Igreja Católica. As igrejas cristãs ortodoxas, e as outras igrejas orientais, incluem, além de todos estes já citados, outros dois livros de Esdras, outros dois dos Macabeus, a Oração de Manassés, e alguns capítulos adicionais ao final do livro dos Salmos (um nas Bíblias das igrejas de tradição e extracção cultural grega, copta, eslava e bizantina, e cinco nas Bíblias das igrejas de tradição siríaca). As igrejas cristãs protestantes, dentre outros grupos, consideraram todos estes textos como apócrifos (ou seja, textos que carecem de inspiração divina). Mas alguns deles os reconhecem como leitura proveitosa e moralizadora, além do valor histórico dos livros dos Macabeus. E algumas importantes Bíblias protestantes, como a Bíblia do Rei James e a Bíblia espanhola Reina-Valera, contêm-nos ao menos nalgumas das suas edições.


História da Bíblia



A Bíblia nasceu no ambiente do povo do Oriente Médio, que morava perto do Mar Mediterrâneo. No tempo de Abraão, aquele lugar chamava-se Terra de Canaã, por causa dos cananeus, que moravam naquela terra. No tempo de formação daquele povo, ela se chamou Terra de Israel. Bem mais tarde, toda aquela região recebeu o nome de Palestina.

A Bíblia começou a ser escrita durante o reinado de Salomão, por volta do ano 950 a.C. O Antigo Testamento (AT) ficou pronto, por volta do ano 50 a.C. O Novo Testamento (NT) ficou pronto no final do 1 século d.C. Portanto, a Tradição Escrita durou, aproximadamente, outros 900 anos.
Nenhum Livro da Bíblia foi escrito com Capítulos numerados. A idéia de dividir a Bíblia em capítulos partiu de Estevão Langton, arcebispo de Cantuária, na Inglaterra, professor na Universidade de Paris, em 1214. Em 1551, Robert Etiene, redator e editor em Paris, fez a experiência de dividir o Novo Testamento, da língua grega, em versículos.

A DIVISÃO DA BÍBLIA:

Antigo e Novo Testamento
A Bíblia é dividida em duas partes: o Antigo Testamento (AT), contendo os livros, que narram a história do Povo de Deus, foi escrito antes de Cristo (a.C). Ele corresponde à Primeira Aliança. Esta aliança é recordada nos nossos dias e desde sempre através do Arco-íris a que chamamos Arco da velha (Aliança)
(14 E acontecerá que, quando eu trouxer nuvens sobre a terra, aparecerá o arco nas nuvens.
15 Então me lembrarei da minha aliança, que está entre mim e vós, e entre toda a alma vivente de toda a carne; e as águas não se tornarão mais em dilúvio para destruir toda a carne. Génesis 9, 14-15)
O Novo Testamento (NT), contendo os livros que narram a vida de Jesus e das primeiras comunidades cristãs, conta a história do novo Povo de Deus,  e foi escrito depois de Cristo (d.C.). Ele corresponde à Nova Aliança.
O “Antigo Testamento” contém 46 Livros e o Novo Testamento, 27 Livros.
Antigo Testamento: o “Pentateuco” são os cinco primeiros livros, que contêm a lei da primeira Aliança, também chamados “Tora”, que quer dizer Lei. São eles: Génesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio.
Os “Livros Históricos” são 16: eles narram a história da formação do Povo de Deus, com a vida, os nomes, as lutas e a fé de seus heróis e do próprio povo. São eles: Josué, Juízes, Rute, I Samuel, II Samuel, I Reis, II Reis, I Crónicas, II Crónicas, I Esdras, II Esdras, Tobias, Judite, Ester, I Macabeus e II Macabeus.
Os “Livros Sapienciais” são 7: neles encontramos as reflexões e as expressões de sabedoria, poesias, cantos, orações, hinos e provérbios, nos quais o povo regista os seus sentimentos e expressa a sua sabedoria, extraída da experiência de vida. São eles: Jób, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Sabedoria e Eclesiástico.
Os “Livros Proféticos” são 18: eles trazem a mensagem, a acção e alguns dados sobre a vida dos profetas. São eles: Isaías, Jeremias, Lamentações, Baruc, Ezequiel, Daniel. Oséias, Joel, Amós, Abdias. Jonas, Miquéias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.

Novo Testamento



O “Novo Testamento” é composto pelos Evangelhos, pelos Actos dos Apóstolos e pelas Cartas. Os “Evangelhos” são 4. Evangelho é uma palavra que vem do grego, que significa Boa Nova ou Boa Notícia. Os Evangelhos foram escritos por Mateus, Marcos, Lucas e João.

Os Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas são também chamados Evangelhos Sinópticos, porque, colocados em colunas paralelas, podem conter muita semelhança entre si (Mc 3.14. Mt 10,5, Lc 6,13). O estilo do Evangelho de João é diferente dos demais.
Os “Actos dos Apóstolos” narram, sobretudo, a reflexão de Lucas sobre os próprios Apóstolos, mas de modo especial, de Pedro e Paulo. Descrevem também um pouco da organização e das dificuldades de algumas das primeiras comunidades cristãs e reflectem sobre a sua realidade sob o olhar de Deus.
As “Cartas” são também chamadas Epístolas. São elas:  Romanos,  I Coríntios, l Coríntios, Gálatas, Filipenses, Colossenses, I Tessalonicenses, II Tessalonicenses, I Timóteo, II Timóteo, Tito, Filemon, Hebreus. Tiago, I Pedro, II Pedro, I João, II João, III João, Judas e o Apocalipse.
E agora a polémica: muitos dos textos da Bíblia nomeadamente do antigo testamento são alegóricos e podem ser encontrados em outros livros mais antigos e doutras culturas, como por exemplo , cultura do povo Sumério, 3300 anos antes de Cristo na *Epopeia de Gilgamesh, que fala sobre o dilúvio que se abateu sobre a terra entre muitos outros. Posso até salientar um facto descrito na Bíblia em Ezequiel 8, 14 que fala das mulheres que choram pela morte de Tamuzi ou Dumuzi, Deus pagão (que era pastor) e que assim com estas festas fúnebres, que simbolizavam a "morte" deste semi-deus pastor que casou com a Deusa que representava a Terra "asseguravam" as boas colheitas do anos seguinte.
Mas o que importa salientar aqui é percebermos que Deus revelou-se através dos tempos e de formas muito diferentes aos mais variados povos, dai haver tanta similaridade entre as religiões (religião=religar: religar ao natural/ espiritual)e já estou a falar também das religiões orientais e que com formas e formulas diferentes a essência da busca interna é idêntica ao que procura qualquer um de nós ocidentais e por exemplo no Hinduísmo a base “Divina” também é constituída por uma trindade: Brama (Brahma), Xiva (Shiva) e Vixnu (Vishnu).O Hinduísmo é tido como a mais antiga religião conhecida e “documentada” de que não se conhece o seu impulsionador ou fundador.

Voltando à Bíblia, os seus textos são de uma riqueza profunda e devem ser lidos no contexto temporal em que foram escritos mas não esquecendo que muito desses textos embora devam ser também “interpretados” e não lidos literalmente, têm um cunho Divino que não pode ser apagado.
Quem disser o contrário ou nunca leu a Bíblia ou pura e simplesmente diz o que ouviu dizer.
Porque quem lê a bíblia percebe onde e como as leituras devem ser retidas das várias formas diferentes, como alegorias, acontecimentos históricos e intervenções Divinas
Dando um exemplo muito simplista (que me desculpem os verdadeiros estudiosos deste tema) no Génesis, além de ser necessário perceber que os sete dias em que o mundo foi criado estão correctos porque num estudo mais aprofundado percebemos que os sete dias são na verdade vários milhões de anos, entre outras coisas. Por isso Jesus disse muitas vezes: ”quem tiver ouvidos que ouça, quem tiver olhos que veja”.
Mas como dizia assim de chofre existem duas ideias que são necessárias retirar do Génesis e que são extremamente actuais; são elas, a 1ª quando Deus pergunta a Adão, onde estás? É uma pergunta muito actual e que Deus nos faz diariamente e que muitos de nós não ouve nem quer ouvir.
E a 2ª, ainda mais actual, quando pergunta a Caim; o que fizeste ao teu irmão? E esta questão Deus fá-la diariamente aos Caim deste mundo que de muitas formas assassinam os seus irmãos.
Como podem ver, a Bíblia está cheia destes ensinamentos que precisamos aprender a ler, e não fazer como foi feito durante séculos ao interpretar os textos de uma forma literal. Mas também não caiamos no erro de pensar que tudo são alegorias, porque não são.
È uma questão de ler com os olhos da Alma e Deus nos guiará nessa leitura.

“Bendigo-Te, ó Pai, Senhor do Céu e da Terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e aos inteligentes e as revelaste aos pequeninos.”

Bem hajam

Fonte:Wikipédia, Roteiro de leitura da Biblia Fr. Fernando Ventura, Bíblia.




quarta-feira, 15 de dezembro de 2010



Foi por causa de um livro chamado “Ao ritmo do tempo dos monges” que senti um impulso fortíssimo de alinhavar umas ideias sobre o tempo.
O tempo que passa entre os nossos dedos, na nossa vida e que nós teimamos, perdoem -me, tal burro á roda com a nora, afirmar a todo o momento que o não temos... ao tempo.
Nesse livro, entre outras coisas que irei afirmar neste texto, houve uma frase que “cresceu” em mim dando-me uma dimensão diferente do nosso tempo desordenado e ansioso. Essa frase falava sobre cânticos e, dizia um músico eucarístico que, cantar cânticos é a arte que torna audível o silêncio e deixa o tempo ficar parado.
...a arte que torna audível o silêncio e deixa o tempo ficar parado.
Poderosa esta frase. Até porque ao lê-la me recorda muitos momentos em que, em meditação ou oração “dinâmica”, como lhe gosto de chamar, existiram sensações da não existência de tempo, como se ele, o tempo, tivesse dado lugar a um espaço sem tempo, um momento intemporal. Isto é tão verdade quantas vezes ouvimos um irmão dizer, tal como Pedro, “que bem que se está aqui.”
E quem diz ou pensa e sente esta frase, “que bem que se está aqui”, é porque nesse momento está verdadeiramente ali, por inteiro, sem pensar no tempo que ficou para trás nem no que ainda há-de vir. Celebrando o momento...
Em celebração contínua, é assim que eu vejo o tempo do ser peregrino nesta terra, já contemplando e adivinhando a celebração que nos espera no tempo sem tempo com o maior de todos os Celebrantes, Jesus Cristo. E em festa Lhe diremos: “aqui me tens Senhor. E agora, que queres que eu faça?” Porque as festas são tempos sagrados.
As Festas, celebrações, são como uma renovação do tempo a partir da origem. “Pressentimos aí o verdadeiro significado do tempo: o momento que Deus nos oferece, o local do encontro com Deus...”
O filósofo grego Demócrito, entre outras coisas, compreendia a festa como uma pousada, uma paragem, no caminho das nossas vidas. A nossa vida é um estar constantemente a caminho. No entanto não podemos estar sempre a caminhar. Precisamos de encontrar pousadas para descansarmos, renovar forças. E onde um ser consciente da sua verdade encontrará melhor pousada para procurar forças se não na grande festa que é a Oração/Meditação/Contemplação (=Comunhão com Deus, logo com a natureza e tudo o que o rodeia)
Gostava de partilhar convosco meia dúzia de frases que o papa Gregório registou acerca de São Bento e da sua visão do tempo. O papa Gregório conta que São Bento num único raio de sol, consegue distinguir o mundo. Isto significa que num único instante, São Bento consegue ver tudo. Mas este tudo não é a grande variedade de coisas que se podem ver umas a seguir às outras. São Bento observa tudo profundamente e vê através das coisas.
Deixemos que São bento nos explique com palavras suas:
“Não vejo uma coisa sobre que pudesse contar. Vejo o fundo de todos os seres. Vejo o fundo da minha alma. E, aí, tudo se reúne. Aí se juntam os contrastes. Aí o tempo e a eternidade são um só. A contemplação significa a reunião com o ser e ao mesmo tempo a adesão à vida. Mesmo quando está tudo muito confuso em mim, mesmo quando sofro por minha causa e das minhas emoções, toco, através da contemplação, no local onde estou em harmonia comigo mesmo, e em que posso dizer: Está bem como está. Já não consigo expressar nada para além disto. Não consigo dizer: está bem por isto ou por aquilo. È simplesmente assim. Entro em contacto com o ser e, com o ser, termina toda a avaliação. Existo e pronto. Deus existe. O ser existe. E é quanto basta.”
Depois destas palavras que não ousarei comentar citarei outro grande santo da igreja, santo Agostinho. Para ele, a ânsia de eternidade (ou de uma vida sem tempo) é uma ânsia de estabilidade, de felicidade permanente, do amor duradouro, do sucesso na vida.

Esta ansiedade de que fala santo Agostinho seria cumprida em Jesus Cristo e sobre o mesmo Jesus Cristo escreve: “Quando se aproximava o cumprimento do tempo apareceu também Ele, que nos queria libertar do tempo. Então libertos do tempo, devemos atingir uma eternidade onde não existe qualquer tempo.” Para santo Agostinho, nós cristãos, participamos em Cristo, e através Dele na eternidade.
Também a bíblia se refere ao mistério que é o tempo:
“1. Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento debaixo dos céus:
2. tempo para nascer, e tempo para morrer; tempo para plantar, e tempo para arrancar o que foi plantado;
3. tempo para matar, e tempo para sarar; tempo para demolir, e tempo para construir;
4. tempo para chorar, e tempo para rir; tempo para gemer, e tempo para dançar;
5. tempo para atirar pedras, e tempo para ajuntá-las; tempo para dar abraços, e tempo para apartar-se.
6. Tempo para procurar, e tempo para perder; tempo para guardar, e tempo para deitar fora;
7. tempo para rasgar, e tempo para costurar; tempo para calar, e tempo para falar;
8. tempo para amar, e tempo para odiar; tempo para a guerra, e tempo para a paz.”
O que me parece que salta logo á vista ao meditar neste texto é que tudo é bom no seu tempo próprio. E o tempo próprio só Deus conhece. Então, embora a nossa caminhada deva ser activa e não passiva, a resignação à vontade divina, ainda que algumas vezes seja mais fácil dizê-lo do que fazê-lo, deve imperar na vida do ser maduro na sua fé. Nunca querendo ultrapassar o tempo, por não ter tempo, mas vivendo cada momento com a intensidade que lhe será própria.
Por outras palavras, o tempo não está nas minhas mãos. Só quando o recebo das mãos de Deus com a qualidade que Ele lhe concede, (tempo de doença, de alegria, de dor, de saúde, de sofrimento, etc,) tal como ele é, é que ele, o tempo se torna bom, se torna um tempo medicinal e sagrado, um tempo em que a eternidade se torna visível.
Santa Terezinha que conheceu bem tempos conturbados, dizia: “quando o desespero nos ataca é habitual que pensemos demasiado no passado e no futuro, mas o que deveríamos verdadeiramente fazer era viver esse tempo e aprende-lo.
Termino esta compilação de ideias sobre o tempo com uma oração de santa Tereza:
Nada te perturbe,
Nada te espante,
Tudo passa.
Só Deus não muda.
A paciência tudo alcança.
Quem a Deus tem
Nada lhe falta.
Só Deus basta!
Também ela está de acordo com são Bento que nos diz acima; E é quanto basta.
E quando nos faltar o tal tempo que não é nosso e ansiarmos e desesperarmos por mais tempo, saibamos respirar em contemplação com são Bento e dizer com santa Terezinha “Só Deus Basta!”

Pai Nosso em Aramaico


Pai nosso que estás nos céus
Avun dbâshmâya


Santificado seja o teu nome
Nitqâdâsh Shmakh


Venha o teu reino
Têtê Mâlkuthâkh


seja feita a tua vontade
Nêhué Tsivyanakh


Assim na terra como no céu
Âykâna d'Bâshmâya Ap Bâra'a


O pão nosso de cada dia nos dá hoje
v Lân Lâkhma d'Sunqanân Yaumana


E perdoa-nos as nossas dívidas
Uâshvoq Lân Khaubâyn


Assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores
Âykâna Dap Khnân Shuvaqan L'Khâyabâeyn


E não nos deixes entrar em tentação
Ula Tâ'lân Lenisyouna


Mas livra-nos do mal
Êla Pâtsan Min Bisha


Porque teu é o reino
Mêtol D'dilakhi Mâlkhuta


E o poder e a glória para todo o sempre
Ukhâyla uThishbokhta L'alâm 'almin


Am
én
Ameyn

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Conversas Contigo V - MORAL, VIRTUDE E PERSONALIDADE



A inteligência, por si só, não pode explicar a natureza moral. A moralidade, ou a virtude, é inerente à natureza humana. A intuição moral, ou a compreensão do dever, é um componente dos dons da mente humana, e está associada aos outros elementos inalienáveis da natureza humana: a curiosidade científica e o discernimento espiritual. A mentalidade do homem em muito transcende a dos seus primos animais, mas são as suas naturezas moral e religiosa que
especialmente o distinguem do mundo animal. Apenas uma personalidade pode saber o que está fazendo, antes de fazê-lo; apenas as personalidades possuem o discernimento, antes da experiência. Uma personalidade pode observar
antes de saltar e, portanto, pode aprender tanto olhando quanto saltando. O animal sem personalidade em geral aprende, apenas, saltando.
Como resultado da experiência, um animal torna-se capaz de examinar os modos diferentes de atingir um objectivo e de selecionar um enfoque baseado na experiência acumulada. Mas uma personalidade pode também examinar o objectivo, em si mesmo, e julgar se vale a pena avaliar o seu valor. Apenas a inteligência pode discriminar quanto aos melhores meios de atingir fins
indiscriminados, mas um ser moral possui um discernimento interior que o capacita a discriminar entre os fins, assim como entre os meios. E um ser moral, ao escolher a virtude, está sendo não menos inteligente. Ele sabe o que está a fazer, porque o faz, para onde vai e como irá chegar lá.

(O propósito da educação é desenvolver e tornar mais aguçados esses dons inatos da mente humana; o da civilização é expressá-los; o da experiência da vida é compreendê-los; o da religião é enobrecê-los; e o da personalidade é unificá-los.

Quando o homem deixa de discernir os fins das suas lutas mortais, ele vê-se funcionando no nível animal da existência. Ele terá falhado na sua avaliação de si próprio, das vantagens superiores dessa capacidade material de agudeza, de discernimento moral e visão espiritual, que são uma parte integrante da dotação de mente-cósmica que recebeu como ser pessoal.
A virtude é rectidão – conformidade com o cosmos. Dar nomes às virtudes não é defini-las; vivê-las, no entanto, é conhecê-las. A virtude não é mero conhecimento, nem mesmo sabedoria, mas é, antes, realidade de experiência progressiva no alcançar de níveis ascendentes de realização cósmica. No dia-a-dia da vida do homem mortal, a virtude é realizada por preferência consistente
do bem ao mal, e tal capacidade de escolha é a evidência da posse de uma natureza moral. A escolha feita pelo homem, entre o bem e o mal, é influenciada não apenas pela acuidade da sua natureza moral, mas também por forças, tais como a ignorância, imaturidade e ilusão. Um certo senso de proporção também está envolvido no exercício da virtude, porque o mal pode ser perpetrado quando o menor é preferido ao maior, em consequência de distorção ou engano. A arte de estimar relativamente, ou de medida comparativa, entra na prática das virtudes do âmbito moral.
A natureza moral do homem seria impotente sem a arte da medida, da discriminação incorporada à sua capacidade de escrutinar os significados. Do mesmo modo, a escolha moral seria mera futilidade, sem aquela clarividência cósmica que produz a consciência dos valores espirituais. Do ponto de vista da inteligência, o homem ascende ao nível de ser moral porque ele é dotado de
personalidade. A moralidade nunca pode ser promovida pela lei nem pela força. É uma questão da personalidade e do livre-arbítrio, e deve ser disseminada pelo contágio, do contacto das pessoas moralmente atraentes com aquelas que são menos responsáveis moralmente, mas que, em alguma medida, também estão desejosas de cumprir a vontade do Pai.
Os actos morais são as actuações humanas caracterizadas pela mais elevada inteligência, dirigidas pela discriminação selectiva na escolha dos fins superiores, bem como na selecção dos meios morais para atingir esses fins. Tal conduta é virtuosa. A suprema virtude, então, será escolher, de todo o coração, cumprir a vontade do Pai Celestial.

 PeHeLa guardião da religião, moral, e teologia Divina te Saúdo na Paz e na Luz Daquele que tudo realiza e te digo... A Paz do Eterno vos envolva 
(como pedido assim é feito)
Bem hajam na luz e com a Luz
P.S. todos os post's que têm por titulo "Conversas Contigo" ou "Conversas no Silêncio" são por mim formatados e inseridos. Esta é a parte que me cabe em reconhecimento de Autoria.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Caminho do Meio. (Abreviado)


Este é um assunto que não conseguirei abordar em profundidade, como gostaria aqui, porque se tornaria muito extenso...trarei as linhas principais do “caminho do Meio”.
Embora este caminho numa vertente esotérica mais avançada seja visto como “O caminho” a atingir, seja qual for a linha mistíca a que pertençamos....por ser ele mesmo, O caminho do Meio, a “aglutinação” dos dois outros caminhos, da Senda da Luz ou Trevas, no CAMINHO FINAL ou caminho do meio...e embora no Budismo seja chamado de caminho iniciático, não transmite o que aquele que inicia este caminho já atingiu...(pois seguramente de uma forma ou de outra já trilhou os outros dois), como dizia, escolhi transmitir um pouco deste caminho através dos ensinamentos Budistas pois eles “entenderam muito bem” este caminho.
Sendo várias vezes referido, pelas várias vertentes esotéricas, e aplicado por todas elas é sem duvida conhecido pelo “caminho Final” ...porque é um caminho que se procura sem nos apercebermos que o fazemos e que se dá a conhecer por si mesmo...
Caminho do Meio (Madhyama Pratipad, em sânscrito) é uma tradicional expressão budista que procura, de um modo sucinto, apontar o rumo àqueles que se propõem a dar seus primeiros passos em direção à sabedoria ou, pelo menos, ao alívio de seus conflitos.
É uma das imagens que brotam espontaneamente na alma sempre que ela é atormentada pelo Conflito dos Opostos, vale dizer, conflito de desejos ou necessidades que aparecem como absolutamente excludentes. É uma metáfora, uma das imagens recorrentes em todas as épocas e culturas sob as mais diversas formas e denominações, pois que representa um poderoso determinante da alma humana: o arquétipo da União (Conjunctio) especificamente a União de Opostos (Conjunctio Oppositorum, como diziam os alquimistas, em latim), a mais radical das uniões.
Digo a mais radical porque os opostos não se justapõem ou se mesclam simplesmente, nem se deixam reduzir um ao outro por submissão violenta ou a golpes de raciocínios bem intencionados. Os opostos são o que são: opostos. No caminho se vai para frente ou para trás, se progride ou regride, há futuro e passado, se tem rumo ou se está perdido, ele está impedido ou desimpedido, os obstáculos são fáceis de serem transpostos ou muito difíceis, ele é perigoso ou nem tanto, se estamos só ou acompanhados, se nos ajudam ou não, se aguardamos a próxima curva, a próxima vila, ou se voltamos já. E será ainda possível o retorno? E a bifurcação? E a decisão numa encruzilhada? Muitas estórias... Espelhos onde a alma se reflita, se veja, reflita e se retoque.
Os opostos só existem na alma. Quando os lados direito e esquerdo de um caminho voltarem a ser apenas os lados direito e esquerdo de um caminho, então o caminhante estará em paz. E o arquétipo de União terá cumprido o seu desígnio. Caminho do Meio é uma expressão que sugere evitar os caminhos extremos, mas apreende-los, conhece-los.
Quando se executa a afinação das cordas de um instrumento musical: não podem ser frouxas ou tensas demais. Esta foi exatamente a imagem que Buda usou ao tentar mostrar aos seus cinco ex-companheiros de rígido ascetismo que o corpo (e a mente) não deve ser agradado ou desagradado em excesso. É preciso encontrar o Caminho do Meio. O caminho do Meio é conhecido na tradição budista como a Quarta Nobre Verdade.
A saber:
Primeira Nobre Verdade – Todos os seres sofrem.
Segunda Nobre Verdade – A causa do sofrimento é o desejo
Terceira Nobre Verdade – A cessação do desejo faz cessar o sofrimento.
Quarta Nobre Verdade – O Caminho do Meio faz cessar o desejo.
Ao contrário da nossa compulsão de viver, de ser, de ter, do nosso medo e pânico a respeito da morte, o “caminhante no meio” propõe a extinção, não a teme, almeja-a. Mas essa extinção não é, simplesmente, a morte do corpo, que é uma das formas materiais (rupa) e que é muito fácil de acontecer, mas também a morte da alma, como podemos entender a palavra sânscrita para nome (naman), o que,
Caminhar pelo Meio é, pois, a arte de ir-se eliminando apegos pela vida a fora, e vida a dentro. É procurar não sofrer e não fazer sofrer. É procurar não estar enlaçado a uma coisa nem a seu oposto. É escorrer, fluir como água entre uma margem e a outra. Caminho do Meio não é o mesmo que caminho medíocre. Não é cinzento, sombrio ou morno. Ele cheira e fede. Vão nele as Marias-sem-as-outras.
Não é atalho para hipócritas, nem o refúgio de ambíguos. Estes, e os confusos, perdem-se nele logo à vista da primeira encruzilhada.
Passar entre dois extremos não é o mesmo que evitar os extremos. As águas de um rio não evitam as suas margens, ao contrário, apoiam-se nelas!
Pelo Caminho do Meio sobe-se às mais altas montanhas e se desce aos vales mais profundos. Por ele se vai ao céu e ao inferno.
É a coluna central, flexível como a da serpente, que se comunica com todas os aspectos da tragédia humana. É o fio da meada. Nele, há calor e frio. Macho e fêmea. Há fraqueza e força. Espírito e matéria. Tudo e nada. Há vida e há morte. Nele, somos tolos e sábios, inteiramente luz e inteiramente treva. Não há meio-a-meio, é isto tudo e mais tudo aquilo. É inteiro e completo como a natureza é. O Caminho do Meio tem os extremos. O caminho medíocre teme os extremos.
Caminho do Meio não é o mesmo que meio do caminho.
O meio do caminho não nos leva a lugar algum.
Na verdade, o Caminho do Meio não é um caminho por onde se passe para chegar a um outro lugar mais distante, é um caminho onde se chega. Estar nele, caminhando, é já ter chegado. O Caminho do Meio é um tesouro invisível. Surge à imaginação enquanto ainda não o encontramos, ou quando já o perdemos.
O medíocre meio do caminho tem a peculiaridade de ser bem visível, principalmente nos outros e aos outros. Não sabemos tanto o que é a verdade quanto sabemos ser a mentira. Nos enganamos mais facilmente quando lidamos com a verdade, mesmo quando tentamos ser honestos. Nossas certezas costumam mostrar-se precárias com o passar do tempo. No entanto, sabemos quando mentimos. É, pois, mais fácil (?) falar da mediocridade que da sabedoria, já que é possível vê-la. Por aí devemos começar. O Caminho do Meio virá por si mesmo, e por si mesmo irá embora se não soubermos andar por ele. Por ser assim tão invisível, é também chamado o Não-Caminho.
Estamos acostumados a parar de caminhar apenas quando já chegamos, mas aqui trata-se justamente do oposto: chegamos quando paramos de caminhar!
Quem busca estará sempre no meio do caminho. Quem encontra estará sempre no Caminho do Meio. O próprio Caminho do Meio, portanto, não pode ser buscado jamais, apenas encontrado. Tudo o que se encontra nos remete a ele, mesmo as coisas mais desprezíveis. O caminho que nos leva não entre os opostos, mas através deles; o caminho que nos leva não para longe dos extremos, mas para dentro deles, este é o Caminho do Meio.
Dalai Lama diz sobre isto:
Levando essa discussão adiante, Maitreya, em seu Sublime Contínuo (sânsc. Uttaratantra) dá três razões sobre a base em que se pode concluir que o estado búddhico impregna as mentes de todos os seres sencientes. Primeiro, ele diz que as atividades do Buddha irradiam-se no coração de todos os seres sencientes. Isso pode ser compreendido de maneiras diferentes. Primeiro, é a de que em cada ser senciente há uma semente de virtude e que se pode considerar a semente de virtude como um ato do Buddha completamente iluminado. E compadecido. Mas pode-se perceber também, em termos mais profundos, que todos os seres sencientes possuem o potencial para a perfeição. Portanto, há uma espécie de ser aperfeiçoado inerente em todos os seres sencientes, irradiando-se. Segundo, no que se relaciona com a suprema natureza da realidade, há uma total igualdade entre o estado samsárico e o nirvana. Terceiro, todos possuímos uma mente que carece de realidade intrínseca e existência independente, o que nos permite remover os aspectos negativos e os estados ilusórios que a obscurecem. Por esses motivos, Maitreya conclui que todos os seres sencientes possuem a essência do estado búddhico. Contudo, para ativar essa semente inerente em nosso coração ou mente devemos desenvolver a compaixão. Através do cultivo da compaixão universal a pessoa será capaz de ativar essa semente, o que a torna mais inclinada para o caminho Madhyama. Para isso, a prática da paciência e da tolerância é crucial.
(S.S. o Dalai Lama. A arte de lidar com a raiva: o poder da paciência.
A verdade está no caminho do meio, disse Sócrates. Por isso o equilíbrio tem o poder de “Ensinar” a felicidade.
Retirei excertos do texto das fontes citadas.
Fontes: O Caminho do meio-Rogério Malaquias, 1992./A arte de lidar com a raiva: o poder da paciência.Dalai Lama

Conversas Contigo XIII- O Mestre Cristo Jesus



Ecce Homo - O Deus que se fez Homem
Embora o mortal comum não possa esperar atingir a alta perfeição de carácter que Jesus de Nazaré adquiriu, enquanto permaneceu na carne, é totalmente possível a todo mortal crente desenvolver uma personalidade forte e unificada, pautando-se pelas linhas perfeccionadas da personalidade de Jesus. O aspecto singular da personalidade do Mestre não era tanto a sua perfeição, mas a sua simetria, a sua unificação extraordinária e equilibrada. A apresentação mais efectiva de Jesus consiste em seguir o exemplo daquele que disse (Pilatos), enquanto gesticulava na direção do Mestre, de pé diante dos seus acusadores: “Ecce Homo” (Eis o homem!)
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(faço uma nota para corroborar o que acima está escrito [como se fosse preciso] reportando-me aquele texto escrito em 17 de Junho deste ano onde dentro de um contexto explicativo da providência Divina eu dizia... “Eu tenho que o fazer acontecer primeiro em mim, e de mim partir para os outros. E é aqui que falhamos. Neste nosso “conhece-te a ti mesmo” que nos fazemos, em vez de ser isso mesmo que acontece, torna-se um “ desejo para mim” um “quero para mim” que nos turva o discernimento e a Razão Primária que tudo move logo, move-nos também a nós. 

E essa razão é esse UM, Trino porque Pai (Gerador), Cristo Cósmico, o Deus Homem, no sentido ECCE HOMO, Eis o Homem, e O Espírito, Rosto feminino de Deus, porque Fecundador. )


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A bondade infalível de Jesus tocava os corações dos homens, mas a sua força inflexível de carácter maravilhava os seus seguidores. Ele era verdadeiramente sincero; nada havia de hipócrita nele. Ele não tinha afectação; era sempre reanimadoramente autêntico. Nunca condescendia em pretensões, e nunca recorria à mentira. Ele viveu a verdade, do mesmo modo que a ensinou. Ele
foi a verdade. Foi forçado a proclamar a verdade salvadora à sua geração, ainda que tanta sinceridade algumas vezes haja causado dor. Ele foi inquestionavelmente leal a toda verdade. O Mestre, porém, era tão razoável, tão acessível. Ele era tão prático em todas as suas ministrações e, ao mesmo tempo, todos os seus planos eram caracterizados por um senso comum tão santificado. Ele era tão livre de qualquer tendência à extravagância, à irregularidade e à
excentricidade. Nunca era caprichoso, esquisito nem histérico. Em todos os seus ensinamentos e em tudo o que fazia, havia uma discriminação depurada, ligada a um senso extraordinário daquilo que é apropriado.
O Filho do Homem foi sempre uma personalidade bem equilibrada. Mesmo os seus inimigos mantinham um respeito salutar por ele; eles chegavam mesmo a temer a sua presença. Jesus não conhecia o medo. Ele transbordava de entusiasmo divino, mas nunca se tornou um fanático. Era emocionalmente activo, mas nunca inconstante. Era imaginativo, mas sempre prático. Ele
enfrentava as realidades da vida com franqueza, mas nunca chegava a ficar embotado nem prosaico. Era corajoso, mas nunca descuidado; prudente, mas nunca covardemente. Ele era compassivo, mas não era sentimental; único, sem ser excêntrico. Ele era pio, mas não era santarrão. E era assim bem equilibrado, porque era perfeitamente bem unificado.
A originalidade de Jesus não era sufocante. Ele não estava preso pela tradição, nem limitado pela escravização a nenhum convencionalismo restritivo. Ele falava com uma confiança segura e ensinava com autoridade absoluta. Contudo, a sua originalidade superior não o levava a negligenciar as pérolas da verdade nos ensinamentos dos seus predecessores e contemporâneos. E o mais original dos seus ensinamentos foi a ênfase no amor e na misericórdia, em lugar do medo e do sacrifício. Jesus era muito amplo de visão. Ele exortava os seus seguidores a pregar o evangelho a todos os povos. Não tinha nenhuma estreiteza de mente. O seu coração compassivo abraçava toda a humanidade, e mesmo um universo. Sempre a sua exortação era: Quem quiser vir, que venha. De Jesus foi realmente dito: Ele confiou em Deus. Como um homem entre os homens, ele confiou de um modo muito sublime no Pai do céu. Ele confiou no seu Pai, como uma criança pequena confia no seu pai terreno. A sua fé foi perfeita, mas nunca presunçosa. Não importa quão cruel a natureza possa parecer, nem quão indiferente possa ser ao bem-estar do homem na Terra,
Jesus nunca perdeu a sua fé. Ele era imune ao desapontamento e inatingível pela perseguição. Ele não permaneceu intacto diante do fracasso aparente.
Jesus amou os homens como irmãos, ao mesmo tempo reconhecendo quão diferentes eram os seus dons inatos e as suas qualidades adquiridas. Ele escolheu o caminho de fazer o bem.Jesus era uma pessoa inusitadamente alegre, mas não era um optimista cego e pouco razoável. A sua palavra de constante exortação era: Tende ânimo. Ele podia manter a sua atitude confiante por causa da sua fé inabalável em Deus e na sua confiança imperturbável no homem. Ele demonstrou sempre uma consideração tocante por todos os homens, porque ele amava-os e acreditava neles. E ainda foi sempre fiel às suas convicções e magnificamente firme na sua devoção de fazer a vontade do seu Pai. O Mestre foi sempre generoso. Ele nunca se cansou de dizer: Dar é mais abençoado do que receber. Dizia ele: Gratuitamente recebestes, dai gratuitamente. E ainda, com toda a sua ilimitada generosidade, ele nunca foi esbanjador nem extravagante. Ele ensinou que vós deveis
acreditar para receber a salvação. Pois todo aquele que procura receberá.
Ele era candidamente directo, mas sempre afável. Ele dizia: Se assim não fosse, eu vos teria dito. E era franco, mas sempre amigável. Era aberto no seu amor pelos pecadores e no seu ódio ao pecado. Contudo, mesmo com a sua surpreendente franqueza, ele foi infalivelmente justo. Jesus era alegre de um modo consistente, não obstante algumas vezes ele bebesse profundamente
da taça do sofrimento humano. Destemidamente, ele enfrentou as realidades da existência, e permaneceu pleno de entusiasmo pelo evangelho (boa nova) do Reino. Ele, porém, controlava o seu entusiasmo; nunca se deixou controlar por ele. Era dedicado sem reservas aos assuntos do Pai. Esse entusiasmo divino levou os seus irmãos não espiritualizados a pensarem que ele estava fora de si, mas o universo que o observava apreciava-o como modelo de sanidade e como arquétipo da suprema devoção mortal aos altos padrões da vida espiritual. E o seu entusiasmo controlado era contagioso; os seus companheiros eram levados a compartilhar do seu optimismo divino. Este homem da Galiléia não era um homem de tristezas; era uma alma da alegria. Estava sempre a dizer: Rejubilai-vos na mais repleta alegria. Todavia, quando o dever exigia, ele estava
disposto a caminhar corajosamente no vale da sombra da morte. Ele era jubiloso, mas, ao mesmo tempo, humilde. A sua coragem só era igualada pela sua paciência. Quando pressionado a agir prematuramente, ele apenas respondia: “A Minha hora ainda não chegou. Ele nunca tinha pressa; a sua serenidade era sublime. No entanto, frequentemente, tornava-se indignado com o mal, e intolerante com o pecado. Muitas vezes, ele foi levado a resistir àquilo que era contrário ao bem-estar dos seus filhos da Terra. E a sua indignação contra o pecado levou-o a ficar enraivecido com os pecadores. A coragem de Jesus era magnífica, mas não era nunca irrefletido. A sua palavra-chave foi: não temais. A sua bravura era elevada, e a sua coragem, frequentemente heróica. No entanto, a sua coragem estava ligada à prudência e era controlada pela razão. Era uma coragem nascida da fé, não da presunção cega pela negligência. Ele era verdadeiramente valente, mas nunca atrevido. O Mestre era um modelo de reverência. A prece, já na sua juventude, começava com: Pai nosso que estás no céu, santificado seja o teu nome. Ele era respeitoso até mesmo com o culto errôneo dos seus irmãos. Isso não o deteve, todavia, de condenar as tradições religiosas nem de atacar os erros das crenças humanas. Ele reverenciava a verdadeira santidade, e ainda podia apelar para os
seus semelhantes dizendo: Quem dentre vós me condena de pecado?Jesus foi grande, porque era bom e, mais, ele confraternizava com as crianças pequenas. Ele era gentil e despretensioso na sua vida pessoal e, ainda, era ele o homem perfeccionado de todo um universo. Os seus companheiros chamavam-no espontaneamente de Mestre. Jesus foi a personalidade humana perfeitamente unificada. E ainda agora, como na época da Galiléia, ele continua a unificar a experiência mortal e a coordenar os esforços humanos. Ele unifica a vida, enobrece o carácter e simplifica a experiência. Ele entra na mente humana para
elevá-la, para transformá-la e transfigurá-la. É literalmente verdade que: Se qualquer homem tem Cristo Jesus dentro dele, ele é uma nova criatura; as velhas coisas estão a passar; olhai, que todas as coisas estão-se tornando novas.


 פֵהֵל PeHeLa guardião da religião, moral, e teologia Divina te Saúdo na Paz e na Luz Daquele que tudo realiza e te digo... A Paz do Eterno vos envolva

(como pedido assim é feito)
Bem hajam na luz e com a Luz
P.S. todos os post's que têm por titulo "Conversas Contigo" ou "Conversas no Silêncio" são por mim formatados e inseridos. Esta é a parte que me cabe em reconhecimento de Autoria.